O PEIXE COMO SÍMBOLO DE ALMAS
1. Em Mt 4.18-19, o Senhor Jesus Cristo disse a Pedro e André: “Vinde após mim, e eu vos farei
pescadores de homens”.
2. Em Lc 5.10, após a primeira pesca milagrosa, Jesus disse a Simão Pedro: “Não temas; de agora em
diante, serás pescador de homens.”
3. Em Jo 21.1-17, o apóstolo João escreve que, após a ressurreição de Jesus, na segunda pesca
milagrosa, os discípulos pegaram 153 grandes peixes.
4. Segundo Jerônimo, tradutor da Vulgata Latina, um zoólogo anterior ao apóstolo João afirmava haver
no mar Mediterrâneo 153 espécies de peixes. Assim, a Igreja de Jesus, como uma rede lançada ao
“mar de povos”, atingiria todas as espécies de pessoas que compõem a humanidade.
5. O pensamento do grande teólogo Jerônimo achou respaldo bíblico para esta suposição em Ez 47.10,
ao mencionar uma “multidão excessiva” de peixes segundo suas espécies no “mar Grande”, que é o
mesmo mar Mediterrâneo.
6. Em Mt 13.47-49, o Senhor Jesus Cristo afirmou que o Reino dos Céus é semelhante a uma rede
lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes.
7. Foi o próprio Jesus quem nos identificou como peixes perdidos no meio das águas turvas deste
mundo, os quais precisam ser pescados pelos “pescadores de homens” que Ele escolheu para tão
nobre função (Mt 4.19).
8. O nosso Deus é o Deus da segunda oportunidade. Talvez Pedro achasse que já estava tudo acabado
para o seu ministério, por ter negado a Jesus, cerca de três noites atrás. Entretanto, o Senhor Jesus
não só renovou o amor de Pedro para com Ele, como também lhe delegou mais responsabilidade
ainda, reafirmando a sua vocação de ganhar almas e fortalecer os seus irmãos (Jo 21.15-17).
CONCLUSÃO
Em At 2.14-41, após a descida do Espírito Santo, Pedro assumiu o papel que Jesus lhe incumbira e
realizou uma pesca milagrosa de almas para o Reino de Deus, quando quase 3 mil almas aceitaram a
Cristo como Salvador!
domingo, 30 de setembro de 2018
Os 153 espécies de peixes?
sábado, 15 de setembro de 2018
A Oração de Jesus
1 Jesus falou essas coisas e, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, é
[a]chegada a hora; glorifica a teu
Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti,
2 assim [b]como lhe deste poder sobre toda carne, para que dê a vida eterna a todos
[c]quantos lhe deste.
3 E [d]a vida eterna é esta: que conheçam a ti só [e]por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo,
[f]a quem
enviaste.
4 Eu [g]glorifiquei-te na terra,
[h]tendo consumado a obra
[i]que me deste a fazer.
5 E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha
[j]contigo antes que o
mundo existisse.
6 Manifestei
[k]o teu nome aos homens
[l]que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a
tua palavra.
7 Agora, já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti,
8 porque lhes dei as palavras
[m]que me deste; e eles as receberam,
[n]e têm verdadeiramente conhecido
que saí de ti, e creram que me enviaste.
9 Eu rogo por eles; não [o]rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.
10 E todas as minhas coisas são tuas,
[p]e as tuas coisas são minhas; e nisso sou glorificado.
11 E [q]eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo,
[r]guarda em
teu nome aqueles que me deste,
[s]para que sejam um,
[t]assim como nós.
12 Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome.
[u]Tenho guardado aqueles que tu me deste,
[v]e nenhum deles se perdeu, senão o [w]filho da perdição,
[x]para que a Escritura se cumprisse.
13 Mas, agora, vou para ti e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos.
14 Dei-lhes
[y]a tua palavra,
[z]e o mundo os odiou, porque não são do mundo,
[a]assim como eu não sou do
mundo.
15 Não peço que os tires do mundo,
[b]mas que os livres do mal.
16 Não [c]são do mundo, como eu do mundo não sou.
17 Santifica-os
[d]na verdade;
[e]a tua palavra é a verdade.
18 Assim [f]como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
19 E por eles
[g]me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.
20 Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim;
21 para
[h]que todos sejam um,
[i]como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em
nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
22 E eu dei-lhes a glória que a mim me deste,
[j]para que sejam um, como nós somos um.
23 Eu neles, e tu em mim,
[k]para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu
me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim.
24 Pai,
[l]aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a
minha glória que me deste;
[m]porque tu me hás amado antes da criação do mundo.
25 Pai justo,
[n]o mundo não te conheceu; mas
[o]eu te conheci,
[p]e estes conheceram que tu me enviaste a
mim.
26 E eu [q]lhes fiz conhecer o teu nome e lho farei conhecer mais, para que o amor com [r]que me tens
amado esteja neles, e eu neles esteja.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
O Juízo Final.
Este texto sagrado revela o momento do grande Julgamento Final. O Juízo Final, ou Juízo do Grande
Trono Branco, será, sem dúvida, o último e mais terrível julgamento que já houve em toda a história do
Universo. Não existe, em toda a história, desde que o mundo foi criado, um julgamento que se compare
ao Julgamento do Grande Trono Branco. Não há juízo similar na história que se compare ao terrível e
assustador Juízo Final do Grande Trono Branco. Não há tribunal humano, por mais exuberante que seja,
que se compare ao Tribunal Divino que será armado no mais alto lugar do Universo para julgar toda a
humanidade pecadora, que recusou a oferta gratuita de salvação, oferecida por Deus, por meio de Cristo
Jesus. A santidade e a justiça de Deus exigem a existência de um juízo final. Se não existisse um juízo
final, a história não teria sentido. Vejamos:
PREVISÃO PROFÉTICADO JUÍZO FINAL NAS ESCRITURAS
1. Os grandes profetas do Antigo Testamento vinham proclamando o grande e terrível Dia do Senhor,
no qual todos os ímpios serão julgados. O Juízo Final foi previsto desde tempos imemoriais por
meio dos santos profetas e apóstolos de Jesus Cristo (Sl 9.7,17; 75.7; 98.9; Is 33.22; Tg 3.12 etc.).
2. Jesus Cristo é o Supremo Juiz do Universo, que presidirá o Julgamento Final (Rm 2.16; 2Tm 4.1).
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o julgamento futuro sempre foi atribuído a Deus Pai.
Porém, o próprio Jesus declarou, em Jo 5.22, que “o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o
juízo”. Portanto, a conclusão lógica é que Jesus Cristo é o Supremo Juiz do Universo. O Homem da
Cruz deverá também ser o Homem do Trono Branco. Ele, que é o atual Salvador do homem, será o
seu futuro Juiz no Julgamento Final. Ele, que é o atual Advogado dos homens, também será o seu
futuro Juiz no Trono Branco.
3. Em Jó 34.12 a Bíblia afirma: “Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o TodoPoderoso perverte o juízo.” Os homens poderosos, acostumados a subornarem os juízes dos
tribunais para perverterem o juízo, estarão diante do Perfeito Juiz do Universo, que não aceita nem
precisa de suborno!
4. Em Jó 34.23 a Palavra de Deus afirma: “Porque não precisa considerar muito no homem para o
fazer ir a juízo diante de Deus.” Deus sonda e conhece os corações corruptos dos homens (Jr 17.9-
10).
5. Em Ec 12.14 o sábio Salomão escreve: “Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que
está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.”
6. Em Jo 16.8-11 Jesus afirma que o próprio Espírito Santo seria enviado para convencer o mundo do
pecado, da justiça e do juízo.
7. Em At 17.31 Paulo afirmou perante o Areópago em Atenas que Deus estabeleceu um dia em que há
de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos,
ressuscitando-o dentre os mortos.
8. Em 2Tm 4.1 Paulo revela a Timóteo quem será esse Juiz, dizendo: “Conjuro-te, pois, diante de Deus
e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino…”
9. O juízo divino que virá sobre o homem pecador é tão certo quanto é certa a morte para todo ser
humano. Em Hb 9.27 a Bíblia afirma: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez,
vindo, depois disso, o juízo…”
10. Neste julgamento do Juízo do Grande Trono Branco, em vez de pilhas de processos, os livros
abertos farão a produção processual das provas, as quais ninguém poderá contestar (Rm 2.16;
1Co 4.5; Hb 4.13; Ap 20.12).
CONCLUSÃO
Antes do Juízo do Grande Trono Branco, Deus julgará o seu povo e retribuirá a cada um segundo as
suas ações, atitudes e motivações para com o Reino de Deus aqui na terra (1Co 3.12-15; 2Co 5.10). O
julgamento do povo de Deus será um juízo de avaliação, e não de condenação. Porém, o Juízo Final será
um julgamento de condenação e definição dos tipos de penalidades e punições dos pecadores
sentenciados (Ap 20.11-15).
O número 7 na Bíblia. Sete perfeição.
Este texto sagrado descreve a visão admirável que João teve de sete anjos com os sete últimos
flagelos para consumarem a ira de Deus. O número sete é um dos algarismos mais importantes da
aritmética bíblica. O número sete nos transmite a ideia de totalidade, interação, conclusão, perfeição e
consumação. Sete é o número máximo de Deus, o número limite de Deus nos seus planos para com o
homem. O primeiro versículo da Bíblia no original hebraico possui sete palavras (Gn 1.1). A Bíblia é um
livro séptuplo. A Bíblia começa com sete e termina com sete. Assim como Moisés iniciou a Bíblia com
sete palavras hebraicas (Gn 1.1), assim, também, o apóstolo João terminou de escrever a Bíblia com sete
palavras proferidas por sete trovões (Ap 10.3-4), que são manifestações da poderosa voz de Deus
(Êx 19.16-18; Ap 11.19). Sete é o número da perfeição divina e nos traz muitas outras lições importantes.
Vejamos:
AIMPORTÂNCIADO NÚMERO SETE NAS ESCRITURAS
1. Em Gn 2.2-3 a Bíblia afirma que Deus descansou de toda a sua obra que fizera no sétimo dia e
abençoou o sétimo dia. Depois que Noé entrou na arca, Deus esperou sete dias para enviar o dilúvio
sobre a terra (Gn 7.10).
2. Em Gn 12.1-3 Moisés escreve que sete promessas foram feitas por Deus a Abraão por ocasião de
sua chamada. Isaque também proferiu sete bênçãos sobre o seu filho Jacó (Gn 27.28-29).
3. Em Gn 33.3 a Palavra de Deus afirma que Jacó prostrou-se sete vezes por terra como símbolo
máximo de humilhação por ocasião da sua reconciliação com o seu irmão Esaú.
4. Em Gn 41.26-39 a Bíblia afirma que a interpretação do sonho de Faraó feita por José foi de sete
anos de fome e sete anos de fartura.
5. Em Êx 29.35-37 Moisés escreve que os sacerdotes deveriam ser ungidos sete vezes com óleo.
Moisés aspergiu o altar sete vezes com o óleo da unção (Lv 8.10-11). O leproso era declarado
limpo depois de aspergido sete vezes (Lv 14.7).
6. Em Lv 25.4 a Bíblia afirma que a cada sétimo ano os filhos de Israel não poderiam fazer plantações,
pois era o ano de descanso. O Ano do Jubileu ocorria após sete semanas de anos (Lv 25.8-10).
7. Em Js 6.15-16, na conquista de Jericó, o povo rodeou a cidade durante sete dias; e na sétima volta
do sétimo dia, o povo gritou, e as muralhas de Jericó caíram por terra.
8. Em 2Rs 5.10-14 Naamã foi purificado da lepra após ter mergulhado sete vezes no rio Jordão. A
Bíblia afirma: “Em seis angústias, te livrará; e, na sétima, o mal te não tocará” (Jó 5.19).
9. Em Sl 12.6 o salmista afirma que a Palavra de Deus é purificada e refinada sete vezes na fornalha.
O salmista afirmou também que louvava ao Senhor sete vezes ao dia (Sl 119.164).
10. Em Pv 9.1 Salomão escreve que a “casa da sabedoria” possuía sete colunas lavradas. A Bíblia
também diz que sete vezes cairá o justo e se levantará (Pv 24.16).
11. Em Is 11.2 o profeta Isaías escreve que sete “Espíritos” repousariam sobre o Messias. A chave da
profecia bíblica será desvendada em setenta semanas proféticas de sete anos (Dn 9.24-27).
12. Em Zc 4.10 o profeta Zacarias falou dos sete olhos do Senhor que percorrem toda a terra. Em
Mt 18.21-22 Pedro achava que só deveria perdoar o irmão sete vezes, porém, Jesus aconselhou
perdoar setenta vezes sete.
13. Em At 6.3 foram escolhidos sete homens cheios do Espírito Santo como os primeiros sete obreiros
da Igreja Primitiva.
14. O número sete ocorre mais de 50 vezes no Apocalipse. Por inspiração divina, Gênesis e Apocalipse
são os dois livros que mais mencionam o número sete na Bíblia. O Apocalipse é destinado às sete
igrejas na Ásia; e sete “Espíritos” se acham diante do trono de Deus (Ap 1.4). João teve uma visão
de sete “castiçais de ouro” (Ap 1.12). O Senhor Jesus Cristo tinha na sua destra sete “estrelas”
(Ap 1.16). São mencionados sete “anjos” das sete “igrejas” (Ap 1.20). Diante do trono de Deus
ardem sete “tochas de fogo” (Ap 4.5). Havia um livro selado com sete “selos” na mão de Deus
(Ap 5.1). João viu no meio do trono um Cordeiro com sete chifres e sete olhos (Ap 5.6). O Cordeiro
recebe sete “máximas de exaltação”, conhecidas como as “sete dignidades do Cordeiro de Deus”
(Ap 5.12). Sete anjos com sete trombetas se achavam em pé diante de Deus (Ap 8.2). Sete “trovões”
desferiram as suas próprias vozes (Ap 10.4-5). Miguel foi visto pelejando contra um dragão
vermelho com sete cabeças e sete diademas (Ap 12.3-11). Foi vista uma besta com sete cabeças
subindo do mar (Ap 13.1). Foram vistos sete anjos tendo os sete últimos flagelos da ira de Deus
(Ap 15.1). Sete anjos derramam as sete taças da ira de Deus sobre a terra (Ap 16.1). Sete mil
pessoas morreram em um terremoto por ocasião da trasladação das duas testemunhas (Ap 11.12-13).
Foi vista uma mulher montada numa besta de sete cabeças (Ap 17.3). Na interpretação dada pelo
anjo a João, as sete cabeças são sete montes e sete reis (Ap 17.9). Existem sete bem-aventuranças
no Livro do Apocalipse (Ap 1.3; 14.13; 16.15; 19.9; 20.6; 22.7; 22.14) etc.
CONCLUSÃO
Na numerologia do mundo, sete é o número da mentira. Porém, na numerologia bíblica, sete é o
número da perfeição e da verdade divina! Sete é o número da sabedoria universal, porque existem várias
coisas no Universo e na história que se completam com o número sete. Exemplos: sete dias da semana,
sete notas musicais, sete cores do arco-íris, sete maravilhas do mundo antigo, sete pessoas completam um
júri criminal, foram eleitos sete pecados capitais que os homens mais cometem e foram eleitas também as
sete maiores virtudes que o homem deve seguir — que são a fé, a esperança, o amor, a justiça, a
prudência, a temperança e a constância.
O Senhor Deus é perfeito.
Esse texto sagrado revela que Deus é perfeito em conhecimento. A perfeição pode ser definida como
algo sem falha ou erro; plenitude do êxito e da total realização. A perfeição de Deus indica que Ele é
completo em si mesmo; não tem falta de nada e não comete falhas nem erros. Ele é o nosso modelo de
perfeição. Ele é perfeito em todo o seu Ser. Ele é absolutamente perfeito! O Senhor é perfeito! Sendo
perfeito, Deus pode cobrar a perfeição dos seus filhos. Entretanto, a perfeição que Deus cobra do homem
é dentro das próprias limitações humanas (Sl 103.14). Os estudiosos das línguas originais o chamam de
Adonai-Shalém, “O Senhor é perfeito”.
O DEUS PERFEITO COBRATAMBÉM PERFEIÇÃO DOS SEUS
FILHOS NAS ESCRITURAS
1. Em Gn 17.1, vemos que “sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a
Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito”. O grau de
perfeição que Deus exige dos seus filhos pode não ser o que entendemos por perfeição, mas o que
Deus deseja que sejamos!
2. Em Êx 12.5, Moisés escreveu que o cordeiro oferecido por cada família israelita deveria ser sem
defeito; portanto, perfeito. Isso tipificava a perfeição de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o
pecado do mundo (1Pe 1.18-19).
3. Em Nm 19.2, vemos que a novilha vermelha, oferecida em holocausto para se fazer a água
purificadora, deveria ser perfeita; sem defeito. Isso tipificava também o perfeito sacrifício de Cristo
(Hb 10.12).
4. Em Dt 18.13, a Palavra de Deus nos aconselha: “Perfeito serás, como o SENHOR, teu Deus”.
5. Em Dt 32.4, Moisés descreve o Senhor como uma Rocha perfeita, dizendo: “Ele é a Rocha cuja obra
é perfeita, porque todos os seus caminhos juízos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo
e reto é”.
6. Em 2Sm 22.31, Davi afirma que: “O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do SENHOR, refinada;
ele é o escudo de todos os que nele confiam”.
7. No Sl 19.7, o salmista afirma: “A lei do SENHOR é perfeita e refrigera a alma; o testemunho do
SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices”.
8. Em Pv 4.18, Salomão afirma: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando
mais e mais até ser dia perfeito”.
9. Em Mt 5.48, Jesus disse: “Sede vós, pois, perfeitos como é perfeito o vosso Pai que está nos céus”.
10. Em Rm 12.2, Paulo diz: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela
renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita
vontade de Deus”.
11. Em 1Co 13.10, Paulo escreveu: “Mas, quando, vier o que é perfeito, então, o que o é em parte será
aniquilado”.
12. Em Ef 4.13, Paulo também escreveu: “Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento
do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”.
13. E, em Hb 7.28, o escritor sagrado afirma que Deus “constitui o Filho, perfeito para sempre”.
CONCLUSÃO
Em Tg 1.17, Tiago disse que “toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm lá do alto, descendo do Pai
das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação”. O Senhor é perfeito e absoluto! O SENHOR
É PERFEITÍSSIMO! Em Gn 1.31, lemos que “Viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom”.
Portanto, o nosso Deus é perfeito, e tudo o que Ele faz é perfeito também
Grande Deus.
Esse texto sagrado revela: “Deus é mui grande; contudo, a ninguém despreza; grande é em força de
coração”. Sendo um Deus grande e poderoso, tudo o que se relaciona a Deus é grande. O nosso Deus é
grande e realiza coisas grandes. Ele é grande e promete coisas grandes. Sua misericórdia é grande! Seu
amor é grande! Sua bondade é grande! Sua compaixão é grande! Sua sabedoria é grande! Seu poder é
grande! Seu povo é grande! Sua Igreja é grande! Seu trono é grande! Sua força é grande! E sua graça é
grandiosa!
AS GRANDEZAS DE DEUS NABÍBLIA
1. Em Gn 12.2, Ele prometeu fazer de Abraão uma grande nação.
2. Em Gn 15.1, Ele prometeu a Abraão um galardão sobremodo grande.
3. Em Gn 45.7, seu Livramento é grande!
4. Em Dt 4.37, sua Força é grande!
5. Em Dt 5.22, sua voz é grande!
6. Em Dt 6.22, seus sinais e maravilhas são grandes e terríveis!
7. Em 1Rs 3.6, sua beneficência é grande!
8. Em 2Cr 2.5, sua casa é grande!
9. Em Ne 6.3, sua obra é grande!
10. Em Ne 8.6, Ele é o grande Deus bendito!
11. Em Jó 9.10, as coisas que Ele faz são grandes demais para serem esquadrinhadas!
12. No Sl 31.19, a sua bondade é grande.
13. No Sl 86.13, a sua misericórdia é grande!
14. No Sl 92.5, suas obras são grandes!
15. No Sl 126.3, as coisas que Ele faz por nós são grandes!
16. No Sl 138.5, sua glória é grande!
17. No Sl 145.3, sua grandeza é inescrutável!
18. Em Lm 3.23, sua fidelidade é grande!
19. Em Zc 9.17, sua formosura é grande!
20. Em Ml 1.11, seu nome é grande entre as nações!
21. Em Ml 1.14, Ele é o grande Rei!
22. Em Mt 4.16, sua luz é grande!
23. Em Mt 9.37, sua seara é grande!
24. Em 1Co 16.9, sua porta é grande e eficaz!
25. Em Ef 2.4, o seu amor é grande!
26. Em Hb 2.3, a sua salvação é grande!
27. Em Hb 10.35, o seu galardão é grande!
28. Em 2Pe 1.4, suas promessas são grandes e preciosas!
CONCLUSÃO
No Sl 77.13, o salmista faz um desafio: “Que deus é tão grande como o nosso Deus?” O nosso Deus é
grande, e a sua grandeza é insondável! Nunca é demais exaltar a suprema grand
Deus não ouvirá gritos vazios.
A expressão “Certo é que Deus não ouvirá a vaidade” também significa: “Deus não ouvirá gritos
vazios”. Muito se fala e se prega sobre avivamento, e muitos pensam que avivamento é só barulho e
gritaria frenética. Porém, o que é avivamento? De acordo com os dicionários, avivamento é a ação ou
efeito de avivar-se, despertar, acordar, dar mais vivacidade ou tornar algo mais vivo. Teologicamente,
avivamento é reacender a chama apagada e reatiçar o fogo divino em nosso coração; é voltar a ter apetite
pelas coisas de Deus e desejar buscá-lo mais intensamente. Entretanto, nós temos a opinião de vários
avivalistas do passado e do presente sobre avivamento, além da definição dos escritores sagrados e do
próprio Cristo sobre avivamento. Vejamos.
DEFINIÇÃO DE AVIVAMENTO FEITAPOR IMPORTANTES
HOMENS DAHISTÓRIA
1. Para o célebre ganhador de almas David Moody, “o avivamento é um movimento do Espírito
Santo”. Essa afirmativa acha respaldo bíblico em At 1.8; 2.1-4.
2. Para o grande avivalista americano Charles Finey, “avivamento é um novo começo de obediência a
Deus”. Essa afirmativa acha respaldo bíblico em 2Cr 15.1-8.
3. Ainda para o grande avivalista americano Charles Finney, “todos os ministros devem ser ministros
de avivamento, e toda a pregação deve ser pregação de avivamento”. Essa afirmativa acha respaldo
bíblico em 1Co 2.4-5.
4. Para o grande evangelista mundial Billy Graham, “todo avivamento que já aconteceu na história do
mundo ou na história da igreja deu grande ênfase à santidade de Deus”. Essa afirmativa acha
respaldo bíblico em 2Cr 29.1-5.
5. Para o professor itinerante da Bíblia Arthur Wallis, “o avivamento é a intervenção divina no curso
normal das coisas espirituais; é o Senhor desnudando o seu braço e operando com extraordinário
poder sobre santos e pecadores”. (Veja Is 52.10; 59.1-2.)
6. Para o ministro inglês e defensor da renovação na Igreja Edwin Orr, a melhor definição de
avivamento é “tempos de refrigério na presença do Senhor”. (Veja At 3.19.)
7. Para o importante teólogo inglês J.Packer, “avivamento significa a obra de Deus restaurando a uma
igreja, de maneira incomum, aos padrões que o Novo Testamento estabelece como inteiramente
comuns”. Isto significa que avivamento pode ser definido como o retorno aos princípios que
caracterizavam a Igreja Primitiva. (Veja At 2.42-47.)
8. De acordo com Wilbur Smith, “um avivamento provém de Deus, ou então não é absolutamente
avivamento”. (Veja At 5.33-39.)
9. De acordo com Arthur Wood, “em certo sentido, o Pentecostes nunca mais poderá acontecer de
Não podemos olhar para trás. Veja o fim da mulher de Ló.
A mulher de Ló, cujo nome não é mencionado na Bíblia, é lembrada por ter sido transformada numa
estátua de sal, ao desobedecer à ordem divina de não olhar para trás. Seu exemplo negativo é tão
exortador para nós que o próprio Jesus nos advertiu: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32).
AIMPORTÂNCIADAMULHER DE LÓ NAS ESCRITURAS
1. A mulher de Ló viveu em um ambiente familiar que privilegiava apenas as coisas materiais
(Gn 13.5-7).
2. A mulher de Ló enquanto vivia na companhia de Abraão e Sara deve ter sido influenciada pelas
experiências espirituais de Abraão e Sara com Deus. Porém, quando passou a habitar no ambiente
mundano e corrupto de Sodoma e Gomorra, provavelmente perdeu todo o resquício de temor de
Deus que ainda restava em seu coração (Gn 13.11-13).
3. Ló e sua família já haviam sido advertidos dos perigos de Sodoma e Gomorra desde quando foram
levados cativos; e, se não fosse por Abraão, que mais uma vez os socorreu, certamente teriam
perecido na ocasião (Gn 14.12-16). Aquela era a hora de eles terem abandonado aquele lugar hostil
e voltado para perto de Abraão.
4. Ao continuarem morando no meio da sociedade hostil e imoral de Sodoma, a mulher de Ló foi se
acostumando com o pecado, pois parece que o que importava era o conforto material que Sodoma
lhe proporcionava (Gn 18.16-21).
5. O coração de Ló e o de sua família estavam tão apegados ao ambiente de Sodoma que os anjos
tiveram trabalho para convencerem-nos a sair de lá (Gn 19.15-18). Precisou o anjo puxá-los pela
mão e quase tirá-los à força daquele lugar pecaminoso prestes a ser destruído.
6. A ordem do anjo — “não olhes para trás de ti e não pares em toda esta campina; escapa lá para o
monte, para que não pereças” (Gn 19.17) — foi desobedecida pela mulher de Ló; por isso, a mesma
foi transformada numa estátua de sal (Gn 19.26).
7. A frase “olhou para trás”, em hebraico, significa literalmente “demorou-se”, indicando que os
desejos dela, relativos ao conforto perdido, eram bem mais fortes do que seu interesse pela
salvação gratuitamente oferecida pelo Senhor. Ou seja, o corpo da mulher de Ló havia sido tirado de
Sodoma; porém, o seu coração ainda estava lá.
8. A mulher de Ló foi tomada pelo Senhor Jesus como exemplo para advertir-nos quanto à época da
Sua volta. O fato de ela ser a única mulher que a Palavra de Deus manda que nos lembremos
adverte-nos para não repetirmos os mesmos erros dela (Lc 17.32).
Ninrode na escritura.
Ninrode foi o primeiro homem a ser “poderoso na terra” (Gn 10.8). O anticristo será o último
homem poderoso na terra (2Ts 2.8-9).
2. Ninrode foi o primeiro homem a fundar um reino na terra (Gn 10.10). O anticristo será o último
homem a fundar um reino na terra (Ap 17).
3. Babel foi o princípio do reino de Ninrode (Gn 10.10). Babilônia será o final do reino do anticristo
(Ap 18.9-10).
4. O Senhor destruiu o sistema babélico de Ninrode (Gn 11.8-9). O Senhor destruirá o sistema
babilônico do anticristo (Ap 18.21).
5. O plano elaborado por Ninrode para a construção da Torre de Babel era um plano diabólico e, além
disso, insultava Deus. Observe o intento por trás deste plano: “Edifiquemos nós uma cidade e uma
torre cujo cume toque nos céus e façamo-nos um nome…” (Gn 11.4).
6. Compare o plano de Ninrode com o plano de Lúcifer, em Isaías 14.14, e veja que existe muita
semelhança. No plano babélico, o objetivo era que o topo da torre chegasse ao céu; no plano
luciferiano, o objetivo era estabelecer seu trono nas alturas e ser semelhante ao Altíssimo. Percebese a arrogância desses dois planos. Porém, todos os dois planos foram frustrados pela intervenção
divina.
7. Em 2Ts 2.3-4, Paulo afirma que nos últimos tempos será revelado o “homem do pecado, o filho da
perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou se adora, de sorte que se
assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”.
8. Entretanto, “será revelado esse iníquo, a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca e aniquilará
pelo esplendor de sua vinda” (2Ts 2.8).
CONCLUSÃO
Muitos protótipos do anticristo surgiram ao longo da história, numa demonstração clara da
manifestação futura do “homem do pecado”, o anticristo. Isso confere com o que João escreveu:
“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
O que aprendemos de Noé.
Esse texto bíblico destaca a forma como Noé alcançou graça diante do Senhor. Noé entrou para a
história como o fundador de uma nova humanidade. Toda a raça humana havia sido eliminada por uma
terrível catástrofe universal chamada Dilúvio, com exceção dele e de sua família. Coube a Noé o título
de progenitor da nova raça humana que sobreviveu ao Dilúvio Universal. Seu nome, “Noé”, significa
“repouso”, “consolo”, “descanso”, o que condiz com sua história dramática de sobrevivência, ao tornarse um “consolo” para toda a espécie sobrevivente na terra.
AIMPORTÂNCIADE NOÉ NAS ESCRITURAS
1. Noé viveu no meio de uma civilização pagã que estava prestes a ser exterminada da terra (Gn 6.7),
porque a maldade humana havia enchido a medida de Deus (Gn 6.5-6).
2. Em Gn 6.8, a Bíblia deixa bem claro que Noé era a única exceção disso: “Noé, porém, achou graça
ao olhos do SENHOR” (Gn 6.8). Não significa que Noé fosse perfeito, e sim que Deus viu algo
especial nele que o diferenciava de todos os seus contemporâneos.
3. Em Gn 6.9, está escrito: “Estas são as gerações de Noé: Noé era varão justo e reto em suas
gerações; Noé andava com Deus”.
4. Em Gn 6.22, a Bíblia celebra a obediência de Noé, dizendo: “Assim fez Noé; conforme tudo o que
Deus lhe mandou, assim o fez”. O projeto de construção da Arca da Salvação, ordenado por Deus,
havia sido plenamente executado por Noé.
5. Em Gn 7.1, Deus confirma a diferença que Noé fazia no meio da sua geração, dizendo: “Entra tu e
toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de mim nesta geração”.
6. Em Gn 8.20, a Bíblia revela a dedicação de Noé ao Senhor, ao prestar um culto de adoração ao
Senhor, edificando-lhe um altar em gratidão por tão grande salvação, e o Senhor aceitou e aprovou o
seu sacrifício (Gn 8.20-22).
7. Em Gn 9.1, Noé e sua família recebe a bênção da frutificação e da multiplicação, para celebrar um
novo recomeço para a humanidade: “Abençoou Deus a Noé e a seus filhos e disse-lhes: frutificai, e
multiplicai-vos, e enchei a terra”.
8. Em Gn 9.8-17, Deus celebra uma aliança perpétua com Noé e seus descendentes, utilizando o arco-
íris colorido que aparece nas nuvens como símbolo universal daquela aliança.
9. Em Gn 9.20-23, a Bíblia não oculta os erros de Noé, apenas revela que, embora fosse o fundador de
uma nova humanidade, continuava ainda pecador, tanto quanto seu antepassado Adão. Tal fato
apenas reforça que Noé possuía algumas virtudes importantes; porém, isso não era suficiente para
torná-lo merecedor de tão grande salvação. O mérito foi da graça do Senhor, e não de Noé (Gn 6.8).
10. Não obstante tudo isto, a Bíblia o celebra como herdeiro do mundo e pregoeiro da justiça (Hb 11.7;
2Pe 2.5).
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Enoque bisavô de Noé
Na verdade, o grande contraste existente entre a linhagem ímpia de Caim e a linhagem piedosa de
Sete é muito bem mostrado na história de dois personagens, retratados nos capítulos 4—5 de
Gênesis, chamados de “Enoque” (Gn 4.17; 5.18-24).
2. O Enoque, filho de Caim, foi um dos progenitores da sociedade pagã, formada no período
antediluviano (Gn 4.17-24). Porém, o Enoque, filho de Jarede e da linhagem de Sete, viveu uma
vida dedicada diariamente ao Senhor e andava na companhia do próprio Deus (Gn 5.24).
3. Enoque viveu 365 anos andando com Deus (Gn 5.23-24). Se tomarmos os 365 anos de Enoque como
símbolo dos 365 dias de cada ano, devemos andar com Deus os 365 dias de cada ano de nossa vida!
4. Enoque foi o bisavô de Noé. Não é a toa que a Bíblia descreve Noé seguindo os mesmo passos de
seu bisavô Enoque, dizendo: “Noé era varão justo e reto em suas gerações; Noé andava com Deus”
(Gn 6.9).
5. No Sl 112.2, está escrito: “A sua descendência será poderosa na terra; a geração dos justos será
abençoada”. O legado deixado por Enoque à sua descendência foi um legado de compromisso e
consagração ao Senhor, daí a razão dos seus descendentes serem uma bênção na terra!
6. Em Hb 11.5, o escritor sagrado cita Enoque com destaque na galeria dos heróis da fé, mencionando
a sua transladação para o céu, sem passar pela morte, e afirmando que Enoque obteve o testemunho
de haver agradado a Deus.
7. Enoque também é citado no Novo Testamento como o primeiro a profetizar acerca da vinda do
Senhor com os seus milhares de santos (Jd 14).