terça-feira, 24 de julho de 2018

Remova as suas pedras.

Pedras que devemos remover: João 11.38-41 Quando Lázaro morreu e foi sepultado, colocaram uma pedra na porta de seu sepulcro (v.38), “então, ordenou Jesus: Tirai a pedra” (v.39). Somente depois que as pessoas obedeceram à ordem de Jesus e retiraram a pedra, foi que o Senhor orou e chamou Lázaro para fora (v.41,43). Existem pedras que nós devemos remover de nossas vidas para que Deu opere o milagre. Estas pedras nos impedem de ver a glória de Deus e o ato de retirar a pedra é uma atitude de fé para que aconteça o milagre (v.40). São pedras que nós mesmos colocamos e por isso devemos tirar. 2- Pedras que Deus remove por nós: João 20.1 Quando Jesus ressuscitou, as mulheres foram ao túmulo preocupadas como removeriam a pedra do sepulcro, mas ao chegar lá a pedras já havia sido removida (Marco 16.3,4). Esta pedra foi removida por Deu que enviou um terremoto e mandou um anjo que “removeu a pedra e sentou-se sobre ela” (Mateus 28.2). As pedras que são grandes demais para nós, somente Deus pode remover. Neste caso o Senhor envia seu anjo e remove de nossa vida toda pedra e ainda assenta para mostrar que dali ninguém pode tirar. -Conclusão: Deus quer abrir caminho em sua vida e para isso é preciso remover todas as pedras.

Renunciar/ Marcos 34-38

Renúncia: v.34 Levar a cruz é renunciar as vontades da carne para fazer a vontade de Deus. A cruz não é mais pesada que o fardo de pecados que o mundo lança sobre nós. 2- Entrega: v.35 A partir do momento que você entrega sua vida a Jesus, você toma a sua cruz e Cristo vive em você (Gálatas 2.20). A cruz é um lugar de morte. A morte do eu e a ressurreição de Cristo em nós (João 12.24). 3- SACRIFÍCIO: v.35.36 Jesus já fez o maior de todos os sacrifícios por nós, que foi definitivo (Hebreus 9.12). O único sacrifício que Jesus nos pediu é o de levar a sua cruz lutando contra o pecado. Ao abrir mão de um prazer você está se sacrificando. 4- CORAGEM: v.38 A cruz era símbolo de vergonha e condenação. Jesus foi humilhado publicamente por nós. Não podemos ter vergonha de Jesus (Romanos 1.16). -Conclusão: Somente quem passa pela crucificação recebe a ressurreição (II Coríntios 4.17). Não abandone a sua cruz!

As igrejas

AS SETE IGREJAS: Efésios Igreja Desviada Esmirna Igreja Perseguida Pérgamo Igreja Licenciosa Tiatira Igreja Relaxada Sardes Igreja Morta Filadélfia Igreja Abençoada Laodiceia Igreja Morna

Os nomes de Deus

NOME SIGNIFICADO TEXTO ELOIM Soberano Criador Gênesis 1.1; 26,27 JEOVÁ / YHAWEH “EU SOU” Aquele que se revela Êxodo 3.14 EL SHADAY Deus Todo-Poderoso Gênesis 17.1 ADONAI Senhor (dono) Provérbios 9.10 JEOVÁ JIRÉ Deus proverá, Provedor Gênesis 22.8 e 14 JEOVÁ M’KADESH Senhor Santo, Santificador Levítico 20.7 e 8 JEOVÁ NISSI Senhor nossa bandeira Êxodo 17.15 JEOVÁ RAFÁ EU SOU o Deus que te sara Êxodo 15.26 JEOVÁ SHALOM O senhor é a nossa paz Juízes 6.23 e 24 JEOVÁ TSDEKENU Senhor Justiça nossa Jeremias 23.5,6 JEOVÁ ROHI O senhor é o meu pastor Salmo 23.1 JEOVÁ SHAMMAH O Senhor está presente aqui Isaías 63.9 EL ELYOM Deus Altíssimo Daniel 4.2 e 5.18 JEOVÁ TSEBAÔ Senhor dos Exércitos Salmos 46.7 JEOVÁ MAKKE O Senhor nos corrige Ezequiel 7.9 JEOVÁ GMOLÁ Senhor das recompensas Rute 2.12 JEOVÁ ELOAI Senhor meu Deus Salmos 16.2 EL ELOAH O Deus pessoal Gênesis 33.20 JEOVÁ ELOENU Senhor nosso Deus Deuteronômio 6.4 EMANUEL Deus conosco Isaías 7.14 CONCLUSÃO: JESUS, o nome dos nomes - Atos 4.12

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Justiça de Deus

Mateus 6.1 “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste”. O conteúdo do ensino do Mestre Jesus era a justiça de Deus. O povo da palestina que Jesus pregava era massacrado pelo império romano da mesma forma que hoje o povo da América Latina é massacrado pelo império americano e europeu. O exemplo de Jesus deve inspirar a Igreja para falar sobre as crises que a cercam defendendo as pessoas marginalizadas. O público que ouviu o sermão da montanha certamente era bem variado, mas em sua maioria de pessoas pobres e sofridas. Os ricos e poderosos ouviram um sermão duro, mas os pobres e oprimidos ouviram as mais belas palavras de consolo de toda sua vida (Lucas 11.45). Quem teve preferência ali foram os marginalizados da sociedade da época. Jesus rompeu com aquele sistema imperial para instituir o Reino de Deus. Não tinha compromisso com nenhuma das instituições da época (Mateus 5.20). Seu compromisso era primeiramente com Deus, sua verdade e com as pessoas, especialmente aquelas esquecidas pelo império. Os problemas sociais da época de Jesus eram notáveis e Ele deu soluções para estes desafios. As diferenças sociais eram grandes, por isso Jesus ensinava a doação como forma de amar ao próximo. Ensinou “não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (João 7.24). Também a opressão era forte sobre as pessoas naquela região e Jesus ensinou o serviço e o apoio mútuo. A Igreja deve anunciar a justiça de Deus diante de um mundo injusto. Para isso temos a palavra de Deus que “útil para o ensino... na justiça” (II Timóteo 3.16). Se o mundo vir injustiça na igreja não acreditará em nosso testemunho. Por isso nossa missão é ensinar o que é certo buscando em “primeiro lugar o seu Reino e a sua justiça” (Mateus 6.33). Devemos tomar cuidado para não confundir com legalismo que é a tradição humana (Marcos 7.1-9). A verdadeira justiça se baseia na Palavra de Deus. Ensine a Justiça de Deus!

Jesus ensina a orar.

Lucas 11.1,2 “De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos. Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino”. Todo o ensino de Jesus vinha de Deus em direção ao povo (João 7.16). Em seu projeto histórico Jesus sabia quem era e o que desejava realizar, ou seja, sua missão era bem clara. Quando passou essa missão para a igreja deixou para esta as condições necessárias enviando o Espírito Santo para ensinar todas as coisas e lembrar-se de seus ensinamentos (João 14.26). Lembrar a história, mas também fazer história agindo e ensinando. Assim a igreja deve assumir definir seu propósito para o povo desta terra ao ler a Bíblia de forma atualizada (Mateus 5.14). A esperança da vinda do Messias era um tema histórico, profético e muito atual em Israel quando Jesus se manifestou. Na verdade era a última esperança para aquele povo depois de tantas frustrações. A expectativa era muito grande e muito diversificada. Os ricos queriam um Messias político que lhes desse mais poder. Os pobres queriam um salvador da dor, fome e miséria que os perseguia todos os dias. Jesus atendeu a estes. Ele veio para dar a vida e não guerrear (João 10.10). A igreja foi enviada por Jesus para “ensinar todas as coisas” (Mateus 28.19). Para isso devemos ser determinados como Cristo sabendo que nossa tarefa é ensinar e que somente o Espírito Santo pode convencer e transformar as pessoas (João 16.8-11). Por isso também precisamos da paciência de um semeador que lança a semente na terra e não sabe qual vai brotar e mesmo assim planta com esperança de colher (Marcos 4.1-9). Para ensinar é preciso propósito!

A linguagem

Marcos 4.33, 34 “E com muitas parábolas semelhantes lhes expunha a palavra, conforme o permitia a capacidade dos ouvintes. E sem parábolas não lhes falava; tudo, porém, explicava em particular aos seus próprios discípulos”. Jesus comunicava a língua do povo do jeito que o povo entendia. Com clareza, exemplos, histórias e contos de seu cotidiano. Isso abria o entendimento dos ouvintes. De nada adiantaria falar a verdade se as pessoas não a entendessem. A igreja precisa aprender a comunicar o evangelho de forma atualizada e simples para seu público alvo. O momento histórico que Jesus se manifestou determinou muito de suas ações e reações porque ele não ignorou o que acontecia ao seu redor. Percebia o império, Cézar, as festas, o movimento de João na beira do rio, a pobreza do povo, a riqueza dos sacerdotes, as crianças, as mulheres, os doentes, os vendedores no templo, os pescadores, a figueira estéril á beira do caminho, a falta de vinho na festa, a falta de pão no deserto, as pedras da construção do templo... Parece que antes de pregar ele olhava ao redor e depois falava. A igreja na América latina hoje precisa aprender a fazer isso. Ver o que acontece ao seu redor e pregar a verdade de Deus para todos que a cercam. O contexto determina o conteúdo. Se o aluno chega à escola com fome é preciso primeiro dar o alimento. As questões do dia a dia precisam ser tratadas. A igreja precisa ler e ensinar a Bíblia motivada pelos desafios que a cercam. Se a igreja não contextualizar sua mensagem, não conseguirá ser entendida pelo povo que a ouve. O ensino exige linguagem adequada!

O ensino de Jesus

O que diferenciava o ensinamento de Jesus era sua prática. Seu olhar, o toque curador sobre as pessoas, marcava por onde estivesse. Um dos maiores problemas para quem se coloca à frente para ensinar é o risco de cair em contradição. Jesus não apenas correu este risco como foi perseguido e provado em tudo, porém não caindo em contradição em momento algum e isso lhe conferia autoridade diferente dos fariseus e mestres da lei. Há uma tendência de se começar estabelecendo princípios teóricos para a ação pedagógica. Já o Mestre Jesus partia da prática para os princípios. Seus ensinamentos eram baseados na verdade. O Mestre Jesus ensinava com seu exemplo de vida (João 11.14). A igreja precisa aprender a fazer isso. Ser prática e verdadeira. Prática no sentido de ação e verdadeira no sentido de partir da realidade que a envolve. A autoridade de Jesus não foi imposta e sim conquistada. Havia aqueles que o seguiam e aqueles que o perseguiam. Para todos Jesus tinha resposta. E isso lhe dava autoridade. Do mesmo modo, se a igreja quiser ter autoridade deve dar respostas às questões que a cercam. Havia muitos mestres na época, mas a diferença de Jesus era que ele falava e praticava. Tudo o que fazia expressava o amor que pregava em suas palavras. Dedicou seu tempo a estar com o povo, com as pessoas da comunidade. Ele olhava para as pessoas com amor não importando seu passado, vínculo religioso ou camada social (Mateus 9.11). O melhor ensino é o exemplo!

sábado, 7 de julho de 2018

Como discernir uma igreja verdadeira

A Igreja ficou muito tempo distanciada da verdade e custou muito para ser restaurada. Hoje existem muitos tipos de igrejas e religiões ao ponto de confundir a cabeça das pessoas. Precisamos de discernimento para entender o que é certo e o que é errado. Por isso o apóstolo Paulo deixou bem claro quem nem mesmo uma manifestação sobrenatural como o aparecimento de um anjo com outro tipo de pregação diferente do evangelho, não deve ser aceita como verdade. Baseados nestes cinco princípios enumerados por Martinho Lutero podem saber se uma igreja ou cristão é verdadeiro. Também podemos refletir sobre a necessidade de uma nova reforma na Igreja Evangélica e retornar às nossas origens como uma Igreja Verdadeiramente Cristã. Os Cinco pilares da Igreja são: Somente a BÍBLIA é a Palavra de Deus! Somente a GRAÇA perdoa pecados! Somente a FÉ leva à Salvação! Somente CRISTO é o Salvador! Toda a GLÓRIA somente a Deus

Só a Deus toda glória

SOMENTE A DEUS TODA GLÓRIA: “Eu sou o SENHOR; este é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor” (Isaías 42.8). Muitos idólatras dizem que não estão adorando as imagens e que estas são apenas para lembrar a história da pessoa e suas obras. Engano! Como então conversam, cantam e fazem pedidos para a imagem? Essa é uma forma de adoração. Lutero não aceitou as centenas de imagens na igreja e os cultos prestados a pessoas que já haviam morrido. A Palavra de Deus declara que somente a Deus pertence a Glória, honra e louvor (Apocalipse 5.12). Jesus é o único digno de receber toda adoração! Jesus disse que um cristão verdadeiro presta toda glória somente a Deus e não recebe louvor pelos seus feitos (João 5.44). Uma Igreja verdadeira não louva a homens, mas somente a Deus. O meio gospel precisa urgentemente se livrar do estrelismo que tem enriquecido cantores e iludido o povo de Deus com a dependência de um personagem famoso ou canções novas para adorar a Deus. Você sua Igreja têm adorado ao Senhor ou presta admiração para homens? A Deus somente toda a Glória!

Pela fé

SOMENTE A FÉ: “O justo viverá pela fé” (Romanos 1.17). Num tempo em que as relíquias e objetos santos eram venerados, carregados em procissões e as multidões caminhavam em romaria em busca de uma experiência religiosa através de um contato com um lugar ou objeto sagrado, Lutero pregou que nada disso era necessário. A Bíblia define a Fé como “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11.1) e que“sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). Baseado nisso Lutero determinou que não deveria reverenciar objetos visíveis e nem fazer uma grande caminhada para agradar a Deus. A fé é invisível (II Coríntios 5.7). Somente pela fé podemos receber a resposta a nossas orações. Um cristão de verdade vive pela fé, não pelo que é palpável e visível aos olhos humanos. A Igreja verdadeira ensina a exercer a fé sem necessidade de amuletos ou obras. No século XXI em meio ao capitalismo é muito comum as pessoas se apegarem a coisas e lugares. Por isso é um desafio pregar uma vê no que ninguém vê, mas“Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20.29). Você e sua Igreja vivem esta fé ou procuram coisas para acreditar? Somente pela Fé recebemos a Salvação e somos abençoados!

Só pela graça de Deus

SOMENTE A GRAÇA: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9). As indulgências eram cobranças que a igreja fazia como forma das pessoas pagarem por seus pecados. Lutero se revoltou contra isso ao ver o luxo das igrejas romanas e a pobreza do povo que juntava trocados para pagar em dinheiro pelo perdão de seus pecados e ainda tinham que cumprir penitências acreditando que por suas obras seriam salvos. Quando Lutero leu na Bíblia que Jesus com seu sangue apagou todos os nossos pecados e por sua graça somente nos perdoava sem necessidade algumas de obras, ele não aceitou e rasgou a bula papal que determinava o perdão para quem pagasse uma indulgência vendendo a salvação para quem tivesse o dinheiro para tirar um parente morto do purgatório. As obras não podem salvar ninguém. Boas obras são conseqüência de nossa salvação (Efésios 2.10), pois como servos de Deus somos capacitados pelo Espírito Santo a exercer misericórdia, revelando o Amor de Deus ao próximo. Um cristão verdadeiro depende da Graça de Deus para tudo (II Coríntios 12.7). Uma Igreja verdadeira proclama o perdão dos pecados gratuitamente por Jesus Cristo sem necessidade de pagar ou cumprir rituais com Jesus ordenou“de graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10.8). Sua Igreja proclama a Graça de Deus em tudo o que faz ou cobra pela bênção? Somente a Graça de Deus pode perdoar pecados!

A Bíblia

SOMENTE A BÍBLIA: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16-17). A Bíblia estava esquecida, chegando a ser proibida sua leitura pelo povo que só ouvia alguns trechos na missa em latim, de maneira que não compreendessem. Lutero gastou anos de sua vida traduzindo a Bíblia para a língua de seu povo, reuniu recursos possíveis e publicou a Bíblia para todos lerem. A Bíblia na mão é marca do cristão protestante. A leitura bíblica é o centro do culto de uma Igreja verdadeira. Não existe outra verdade acima da Bíblia. Ela é a Palavra de Deus! A única regra de fé e prática para a vida cristã é a Sagrada Escritura. Sua Igreja tem a Bíblia como única regra de fé e prática? Somente a Bíblia é a Palavra de Deus! ASSISTA: 2. SOMENTE CRISTO: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1 Timóteo 2.5). No tempo de Lutero havia muitos santos e imagens na Igreja e o povo acreditava que para cada coisa devia pedir a um santo especial. De tantos personagens que havia na Igreja que a pessoa de Jesus Cristo ficava de lado e quase nada se sabia a seu respeito. Por isso Martinho Lutero protestou por uma Igreja cristocêntrica. Jesus é o centro da Igreja. Foi Cristo quem morreu para dar vida e levantar uma Igreja. Somente Jesus é o nome que salva todos que o invocam (Atos 4.12). A Igreja deve orar somente ao Pai em Nome de Jesus (João 14.13,14). Um cristão verdadeiro acredita que somente Jesus salva e somente Ele é digno de receber nosso louvor e ouvir nossas orações. Não podemos confiar em homens, pois “Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17.5). Nem mesmo um pastor poderoso ou cantor gospel famoso tem o poder que só Jesus tem ou merece a honra que só Ele merece. Por isso a Igreja Verdadeira deve estar firmada em Jesus e não em homens. Você e sua Igreja confiam somente em Jesus para Salvação? Somente Jesus pode salvar e ouvir sua oração!