quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Os 5 pilares da igreja

No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da Catedral em Wittenberg 95 teses contra as os erros da igreja romana. Lutero estabeleceu cinco pontos de fé como base para a Igreja, conhecidos como cinco ‘sós’.

Quando foi pedido que Lutero se retratasse, ele disse:
“A menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa; Deus me ajude. Amém”.

Quais são as bases de uma Igreja Verdadeira?

Baseado na Reforma Protestante¹ e nos cinco fundamentos:

1. SOMENTE A BÍBLIA: 

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra”(2 Timóteo 3.16-17).

A Bíblia estava esquecida, chegando a ser proibida sua leitura pelo povo que só ouvia alguns trechos na missa em latim, de maneira que não compreendessem. Lutero gastou anos de sua vida traduzindo a Bíblia para a língua de seu povo, reuniu recursos possíveis e publicou a Bíblia para todos lerem.

A Bíblia na mão é marca do cristão protestante. A leitura bíblica é o centro do culto de uma Igreja verdadeira. Não existe outra verdade acima da Bíblia. Ela é a Palavra de Deus! A única regra de fé e prática para a vida cristã é a Sagrada Escritura.

Sua Igreja tem a Bíblia como única regra de fé e prática?

Somente a Bíblia é a Palavra de Deus!

ASSISTA:

2.SOMENTE CRISTO: 

“Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1 Timóteo 2.5).

No tempo de Lutero havia muitos santos e imagens na Igreja e o povo acreditava que para cada coisa devia pedir a um santo especial. De tantos personagens que havia na Igreja que a pessoa de Jesus Cristo ficava de lado e quase nada se sabia a seu respeito.

Por isso Martinho Lutero protestou por uma Igreja cristocêntrica. Jesus é o centro da Igreja. Foi Cristo quem morreu para dar vida e levantar uma Igreja. Somente Jesus é o nome que salva todos que o invocam (Atos 4.12). A Igreja deve orar somente ao Pai em Nome de Jesus (João 14.13,14).

Um cristão verdadeiro acredita que somente Jesus salva e somente Ele é digno de receber nosso louvor e ouvir nossas orações. Não podemos confiar em homens, poisAssim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17.5). Nem mesmo um pastor poderoso ou cantor gospel famoso tem o poder que só Jesus tem ou merece a honra que só Ele merece. Por isso a Igreja Verdadeira deve estar firmada em Jesus e não em homens.

Você e sua Igreja confiam somente em Jesus para Salvação?

Somente Jesus pode salvar e ouvir sua oração!

3. SOMENTE A GRAÇA: 

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9).

As indulgências eram cobranças que a igreja fazia como forma das pessoas pagarem por seus pecados. Lutero se revoltou contra isso ao ver o luxo das igrejas romanas e a pobreza do povo que juntava trocados para pagar em dinheiro pelo perdão de seus pecados e ainda tinham que cumprir penitências acreditando que por suas obras seriam salvos.

Quando Lutero leu na Bíblia que Jesus com seu sangue apagou todos os nossos pecados e por sua graça somente nos perdoava sem necessidade algumas de obras, ele não aceitou e rasgou a bula papal que determinava o perdão para quem pagasse uma indulgência vendendo a salvação para quem tivesse o dinheiro para tirar um parente morto do purgatório.

As obras não podem salvar ninguém. Boas obras são conseqüência de nossa salvação (Efésios 2.10), pois como servos de Deus somos capacitados pelo Espírito Santo a exercer misericórdia, revelando o Amor de Deus ao próximo.

Um cristão verdadeiro depende da Graça de Deus para tudo (II Coríntios 12.7). Uma Igreja verdadeira proclama o perdão dos pecados gratuitamente por Jesus Cristo sem necessidade de pagar ou cumprir rituais com Jesus ordenoude graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10.8).

Sua Igreja proclama a Graça de Deus em tudo o que faz ou cobra pela bênção?

Somente a Graça de Deus pode perdoar pecados!

4. SOMENTE A FÉ: 

“O justo viverá pela fé” (Romanos 1.17).

Num tempo em que as relíquias e objetos santos eram venerados, carregados em procissões e as multidões caminhavam em romaria em busca de uma experiência religiosa através de um contato com um lugar ou objeto sagrado, Lutero pregou que nada disso era necessário.

A Bíblia define a Fé como a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11.1) e quesem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). Baseado nisso Lutero determinou que não deveria reverenciar objetos visíveis e nem fazer uma grande caminhada para agradar a Deus. A fé é invisível (II Coríntios 5.7). Somente pela fé podemos receber a resposta a nossas orações.

Um cristão de verdade vive pela fé, não pelo que é palpável e visível aos olhos humanos.  A Igreja verdadeira ensina a exercer a fé sem necessidade de amuletos ou obras. No século XXI em meio ao capitalismo é muito comum as pessoas se apegarem a coisas e lugares. Por isso é um desafio pregar uma vê no que ninguém vê, masBem-aventurados os que não viram e creram” (João 20.29).

Você e sua Igreja vivem esta fé ou procuram coisas para acreditar?

Somente pela Fé recebemos a Salvação e somos abençoados!

5. SOMENTE A DEUS TODA GLÓRIA: 

“Eu sou o SENHOR; este é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor” (Isaías 42.8).

Muitos idólatras dizem que não estão adorando as imagens e que estas são apenas para lembrar a história da pessoa e suas obras. Engano! Como então conversam, cantam e fazem pedidos para a imagem? Essa é uma forma de adoração.

Lutero não aceitou as centenas de imagens na igreja e os cultos prestados a pessoas que já haviam morrido. A Palavra de Deus declara que somente a Deus pertence a Glória, honra e louvor (Apocalipse 5.12). Jesus é o único digno de receber toda adoração!

Jesus disse que um cristão verdadeiro presta toda glória somente a Deus e não recebe louvor pelos seus feitos (João 5.44). Uma Igreja verdadeira não louva a homens, mas somente a Deus. O meio gospel precisa urgentemente se livrar do estrelismo que tem enriquecido cantores e iludido o povo de Deus com a dependência de um personagem famoso ou canções novas para adorar a Deus.

Você sua Igreja têm adorado ao Senhor ou presta admiração para homens?

A Deus somente toda a Glória!

Como reconhecer uma igreja verdadeira?

-CONCLUSÃO“Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1.8).

A Igreja ficou muito tempo distanciada da verdade e custou muito para ser restaurada. Hoje existem muitos tipos de igrejas e religiões ao ponto de confundir a cabeça das pessoas. Precisamos de discernimento para entender o que é certo e o que é errado. Por isso o apóstolo Paulo deixou bem claro quem nem mesmo uma manifestação sobrenatural como o aparecimento de um anjo com outro tipo de pregação diferente do evangelho, não deve ser aceita como verdade.

Baseados nestes cinco princípios enumerados por Martinho Lutero podem saber se uma igreja ou cristão é verdadeiro. Também podemos refletir sobre a necessidade de uma nova reforma na Igreja Evangélica e retornar às nossas origens como uma Igreja Verdadeiramente Cristã.

Os Cinco pilares da Igreja são:

Somente a BÍBLIA é a Palavra de Deus!

Somente a GRAÇA perdoa pecados!

Somente a FÉ leva à Salvação!

Somente CRISTO é o Salvador!

Toda a GLÓRIA somente a Deus

Deus é Infinito, Supremo e Criador.

A existência de Deus é uma verdade fundamental das Escrituras, que não tecem argumentos para
afirmá-la ou comprová-la. A Bíblia já inicia apresentando a realidade da existência de Deus, dizendo:
“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Deus não precisa que o homem creia que ele existe
para poder existir. Independente do homem crer ou não crer na existência de Deus — ele existe! Nossa
principal base para crer na realidade de Deus se encontra nas páginas da Bíblia Sagrada. A Bíblia,
portanto, não se destina ao ateu, que nega a existência de Deus, nem ao agnóstico, que nega a
possibilidade de crer ou não na existência de Deus, nem para o incrédulo, que rejeita a revelação de
Deus. Definir exatamente quem é Deus não é algo que pode ser feito meramente por palavras. Se não
houvesse uma revelação, acima de tudo, do próprio Deus ao homem, nunca iríamos compreendê-lo.
Acreditando ou não na existência de Deus, o homem necessita do Senhor para compreender a si mesmo.
Eis a questão que definirá o nosso destino eterno. A definição básica que os dicionários bíblicos dão
sobre Deus é esta: “Deus é um ser existente por si mesmo, infinito, supremo, criador e conservador do
Universo”.
Teorias sobre a existência de Deus
Existem várias teorias a respeito do que o homem pensa sobre a existência de Deus, e se difundiram
através da história, existindo até hoje adeptos destas teorias.
ATEÍSMO: O ateísmo se define hoje como um movimento humanista radical que nega a existência de
Deus. O ateu nega o conceito de Deus por não ser capaz de descobrir no Universo material a existência
de Deus. Porque Deus sendo Espírito não pertence à categoria da matéria e, portanto, não pode ser
descoberto por investigações meramente naturais ou humanas. Entretanto a Bíblia mostra que o Universo
material proclama a glória de Deus (Sl 19.1). A crença na existência de Deus é universal. Nunca
existiram povos ateus. Ficou provado, tanto pela história como pela arqueologia, que “nunca se encontrou
tribo ou nação que não tenha alguma noção de um ser supremo, um Deus que através de suas religiões
procuram se aproximar dele e agradar-lhe por meio de sacrifícios, às vezes até de sangue”. O moralista e
historiador grego Plutarco (45-125 d.C.) costumava dizer o seguinte: “É possível encontrar cidades sem
muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária, mas um povo sem Deus, sem
orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios jamais foi encontrado”.
POLITEÍSMO: O politeísmo é conhecido como “culto de muitos deuses”. Era característico das
religiões antigas, mas até hoje é praticado entre muitos povos e nações, principalmente na Índia, onde se
acredita que existam treze milhões de deuses. Baseia-se o politeísmo na ideia de que o Universo é
governado não só por uma força, mas sim por muitas forças, de maneira que há um deus na água, um deus
no fogo, um deus em cada animal, um deus nos pássaros, nas montanhas etc. O apóstolo Paulo descreve
como surgiu o politeísmo, dizendo: “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da
imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis” (Rm 1.23). A Palavra de Deus
derruba totalmente esta teoria, dizendo: “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e
em todos” (Ef 4.6).
PANTEÍSMO: O panteísmo é proveniente de duas palavras gregas, que significam “tudo é Deus”. É
um sistema de pensamento que confunde Deus com a natureza e o identifica com o Universo, árvores,
pedras, terra, água etc. O apóstolo Paulo também descreve como surgiu o panteísmo, dizendo: “pois
mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é
bendito eternamente. Amém!” (Rm 1.25). A Bíblia afirma que: “Os céus manifestam a glória de Deus e o
firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). Portanto, a natureza apenas expressa a glória do
Criador!
DEÍSMO: O deísmo admite que haja um Deus pessoal que criou o mundo, mas insiste que, depois da
criação, Deus abandonou o mundo e entregou para ser governado pelas leis naturais. A Bíblia condena
totalmente esta teoria, dizendo: “Exaltado está o SENHOR, acima de todas as nações, e a sua glória, sobre
os céus. Quem é como o SENHOR, nosso Deus, que habita nas alturas; que se curva para ver o que está nos
céus e na terra; que do pó levanta o pequeno e, do monturo, ergue o necessitado, para o fazer assentar
com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo; que faz com que a mulher estéril habite em família
e seja alegre mãe de filhos? Louvai ao SENHOR!” (Sl 113.4-9). Este texto revela a transcendência e
imanência de Deus. Como transcendente, Deus é excelso e está acima de tudo! Porém como imanente, ele
se inclina para observar a sua criação e interfere no dia a dia das pessoas, exaltando o humilde, fazendo
até a mulher estéril ser alegre mãe de filhos!
AGNOSTICISMO: O vocábulo “agnosticismo”, proveniente de um termo grego, tem o sentido de “não
conhecer”. Esse sistema de ensino tem por objetivo negar a capacidade humana de conhecer a Deus. “A
mente finita não pode alcançar o infinito”, afirma o agnóstico. A Bíblia refuta totalmente esta teoria,
dizendo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós
virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os 6.3). Portanto, o conhecimento de Deus é
progressivo!
MONOTEÍSMO: O monoteísmo é a crença de que existe um só Deus que criou todas as coisas e
sustenta pela sua Palavra todo o Universo (Hb 1.1-3). O “monoteísmo” é o oposto do “politeísmo” e
defende o “culto verdadeiro de adoração a um só Deus”. O monoteísmo é defendido pelo judaísmo e
pelas duas maiores religiões do planeta, cristianismo e islamismo. A Bíblia apoia claramente esta
doutrina, dizendo: “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e
um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1Co 8.6). O próprio Deus
confirma esta doutrina, dizendo: “Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque
eu sou Deus, e não há outro” (Is 45.22).

A importância da teologia

A teologia, o estudo de Deus, já foi classificada no passado como a “rainha das matérias
universitárias”, por pesquisar e estudar sobre o maior de todos os mistérios do Universo — Deus. E,
também, por ser um dos mais antigos cursos universitários da história. Aliás, as primeiras universidades
da Europa ofereciam basicamente três cursos: teologia, filosofia e direito. Hoje, com a extrema
secularização das universidades, o curso de teologia sofre toda a discriminação da comunidade
científica, por sua associação com a religião e pelo fato de ir contra todos os argumentos e teorias
científicas acerca da origem do homem e do Universo, como a teoria da Evolução, teoria do Big Bang e
tantas outras teorias.
Eles previam que o povo perderia o interesse pela religião e, consequentemente, Deus seria tirado da
pauta. Todavia apesar do materialismo das pessoas, elas resolveram querer Deus e também a
prosperidade econômica. Portanto Deus nunca saiu e nem jamais sairá da mente humana. Ele sempre será
o assunto principal do mundo. Os maiores conflitos hoje ao redor do planeta ainda são por questões
religiosas. As previsões teóricas dos sábios deste mundo fracassaram e a teologia voltou a ficar em
evidência. Os teólogos estão cada vez mais se tornando fonte de consulta para os problemas existenciais
da vida humana. O próprio MEC (Ministério da Educação e Cultura) passou a reconhecer o curso de
bacharel em teologia como um curso de nível superior. Hoje, os teólogos estão sendo convidados pelos
populares programas de auditório na televisão e programas de debate nas rádios, nas redes sociais e nos
demais meios de comunicação para responder questões de moralidade, ética e fé. Daí a necessidade de
cada cristão, ou obreiro da seara do Mestre, ter pelo menos um conhecimento básico de teologia.

A Teologia

I. CLASSIFICAÇÃO DATEOLOGIA
A teologia é envolvida com Deus, o homem e a religião e por isso tem várias divisões. A teologia está
classificada em cinco principais ramos:
TEOLOGIA EXEGÉTICA: Este ramo da teologia procura descobrir o verdadeiro significado das
Escrituras, mostrando a arte de interpretar as línguas originais em que foi escrita a Bíblia, decifrando as
dificuldades de interpretação, como no caso a hermenêutica sagrada.
TEOLOGIA HISTÓRICA: Este ramo da teologia traça a história do desenvolvimento da interpretação
doutrinária, envolvendo o estudo da história da Igreja, como por exemplo, a história do cristianismo.
TEOLOGIA DOGMÁTICA: Este ramo da teologia estuda as verdades fundamentais da fé como se nos
apresenta nos credos da Igreja, como por exemplo a teologia calvinista, luterana e outras mais.
TEOLOGIA BÍBLICA: Este ramo da teologia traça o progresso da verdade, através dos diversos
livros da Bíblia e descreve a maneira de cada escritor apresentar as doutrinas importantes como por
exemplo a teologia do Antigo Testamento, teologia do Novo Testamento, teologia do Pentateuco etc.
TEOLOGIA SISTEMÁTICA: Neste ramo de estudo da teologia, os ensinos bíblicos concernentes a
Deus e aos homens são agrupados em tópicos de acordo com um sistema definido por matérias e
distribuído em disciplinas autônomas, como por exemplo: teologia (doutrina de Deus), cristologia
(doutrina de Cristo), paracletologia (doutrina do Espírito Santo), bibliologia (doutrina da Bíblia),
angelologia (doutrina dos anjos), antropologia (doutrina do homem), hamartiologia (doutrina do pecado),
soteriologia (doutrina da salvação), eclesiologia (doutrina da igreja) e escatologia (doutrina das últimas
coisas). De acordo com o teólogo anglicano William Henry Thomas: “A teologia é a expressão técnica da
revelação de Deus. Faz parte da teologia examinar todos os fatos espirituais da revelação, calcular o seu
valor e arranjá-los em um corpo de ensinamentos”. Vejamos: