domingo, 8 de dezembro de 2019

Alegorismo

O alegorismo tem suas raízes no platonismo e no alegorismo judaico, dois de seus defensores são Orígenes (185-254) escritor, teólogo e professor e   Clemente de Alexandria que faziam parte da escola de Alexandria. Orígenes defendia que a interpretação era dividida em três aspectos o literal, ao nível do   corpo, o moral, ao nível da alma, e o alegórico, ao nível do espírito. Clemente por outro lado defendia cinco pontos a serem usados para interpretação de um   texto: o histórico, o doutrinário, o profético, o filosófico e

Hermenêutica

Sendo a hermenêutica a responsável pelo estudo das regras de interpretação bíblica não seria possível deixa-la de fora de um trabalho como este, já   que a escatologia trabalha em meio a muitas profecias e passagens de difícil compreensão, por isso precisaremos conhecer os dois principais métodos de    interpretação para que tomemos um caminho coerente nas Escrituras, e acima de tudo não a deturpemos para provar teorias infundadas.

 

A Trindade

A Bíblia afirma, de forma categórica, em suas páginas: “Há um só Deus” (1Co 8.6; Ef 4.6). Entretanto,
esse Deus único se manifesta em três pessoas divinas: O Deus Pai, o Deus Filho e o Deus Espírito Santo
(Mt 28.19). A palavra “Trindade” não se encontra na Bíblia, mas foi primeiramente empregada por
Tertuliano, um dos mais importantes teólogos do período Patrístico, para descrever o que as Escrituras
ensinam sobre a natureza do Deus trino. A Bíblia afirma que o único Deus verdadeiro existe como uma
Trindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Estas três pessoas, que formam uma única divindade, são
distinguíveis uma da outra na mesma natureza, na mesma essência, e se relacionam entre si numa
comunhão ininterrupta. A Trindade é uma comunhão eterna que já existia muito antes de todas as coisas,
portanto, não é uma invenção de Tertuliano; ele apenas usou pela primeira vez o termo “Trindade”.
A doutrina da Trindade existe para descrever a plenitude da divindade, que se fundamenta na tríplice
manifestação de Deus, nos eventos narrados no Antigo e Novo Testamento. Desde a criação observamos
alguns verbos e pronomes que se referem a mais de uma pessoa: (1) na criação do homem: “Façamos o
homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26); (2) na confusão das línguas: “Eia,
desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro” (Gn 11.7); (3) na
visão de Isaías, quando do seu chamamento, lemos que Deus perguntou: “A quem enviarei, e quem há de
ir por nós?” Estas citações no Antigo Testamento definem mais de uma pessoa na Trindade presente em
ação.
No Novo Testamento, a doutrina da Trindade é claramente explícita nas seguintes ocasiões: (1) a
tríplice manifestação divina é evidenciada por ocasião do batismo de Jesus (Mt 3.16-17); (2) pela
menção das Três Pessoas da Trindade na grande ordenança de Jesus acerca do batismo dos salvos
(Mt 28.19); (3) na referência das Três Pessoas da Trindade na bênção apostólica (2Co 13.13) e (4) pela
menção das Três Pessoas divinas nos ensinos de Cristo e Paulo em várias outras passagens do Novo
Testamento, que revelam claramente a doutrina da Trindade.
A santíssima Trindade não é três deuses como ensina a teoria conhecida como “triteísmo”. A Trindade
não é três manifestações de uma só pessoa como ensina a teoria conhecida como “sabelianismo”. A
Trindade também não é três elementos essenciais de um Deus como ensina a teoria conhecida como
“swedenborgianismo”. Entretanto qual é a teoria correta que define a Trindade? O Credo Atanasiano
define muito bem a santíssima Trindade dizendo: “Adoramos um só Deus em Trindade e uma Trindade
em unidade, não confundindo as pessoas e nem dividindo a substância”. A Trindade, portanto, são três
pessoas eternamente “interconstituídas”, inter-relacionadas, “interexistentes” e inseparáveis dentro de um
único ser e de uma única substância ou essência.
Em 1Co 12.4-6, Paulo distingue de forma clara as três pessoas da Trindade, dizendo: “Ora, há
diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o
mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos”.
Em Ef 4.4-6, Paulo ainda reforça o argumento, dizendo: “Há um só corpo e um só Espírito, como
também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só
batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos”.
CONCLUSÃO
Em Jo 17.3, o Senhor Jesus Cristo nos deu o resumo de toda a teologia cristã, dizendo: “E a vida
eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.

Os atributos Morais de Deus

Os atributos morais de Deus são: santidade, retidão, justiça, amor, misericórdia e graça.
SANTIDADE: A santidade de Deus é seu atributo mais exaltado e destacado, pois expressa a
majestade de sua natureza e caráter moral. A santidade de Deus poderia se chamar também de “atributo
moral enfático de Deus”. A Bíblia descreve como Deus é incomparável em santidade, dizendo: “Não há
santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus”
(1Sm 2.3). Os seres viventes proclamam dia e noite a santidade de Deus, dizendo: “Santo, Santo, Santo é
o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir” (Ap 4.8). Os serafins também
fazem isso, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”
(Is 6.3).
RETIDÃO: A retidão de Deus é a imposição de leis e exigências retas, podendo ser chamada de
“santidade legislativa”. Nesse atributo vemos revelado o empenho de Deus pela santidade que sempre o
impele a fazer e a exigir o que é reto (Sl 145.17; 116.5). Todos os requisitos exigidos por Deus aos
homens são absolutamente retos em seu caráter. Davi escreveu sobre a retidão de Deus, dizendo: “Bom e
reto é o SENHOR; pelo que ensinará o caminho aos pecadores” (Sl 25.8).
JUSTIÇA: A justiça de Deus é a execução das penalidades impostas por suas leis; essa pode ser
chamada de “santidade judicial”. Nesse atributo vemos revelado seu ódio contra o pecado, uma
indignação tal que, livre de toda paixão ou capricho, sempre o impele a ser justo e a exigir o que é justo
(Sf 3.5; Dt 32.4). Todos os tratos de Deus com os homens se baseiam na justiça absoluta. A Bíblia fala da
retidão e justiça de Deus, dizendo: “Ele mesmo julgará o mundo com justiça; julgará os povos com
retidão” (Sl 9.8).
AMOR: O amor é aquele atributo de Deus pelo qual ele se inclina a buscar os melhores interesses de
suas criaturas (Jo 3.16; Mt 5.44-45). O cristianismo é realmente a única religião que exibe o ser supremo
como amor (1Jo 4.8). Os deuses dos pagãos são irascíveis e odiosos, que necessitam ser constantemente
apaziguados. Não é assim o nosso Deus. Seu amor, qual ponte, transpõe o abismo do tempo. Permanece
firme sob as mais pesadas pressões. As pressões e o peso do pecado do homem não têm quebrado a
ponte do amor, que se reflete na longanimidade de Deus. Paulo escreveu sobre a demonstração prática do
amor de Deus pelos pecadores, dizendo: “Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo
morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).
MISERICÓRDIA: A misericórdia de Deus é aquele princípio e qualidade que descreve sua
disposição e ação em relação aos pecaminosos e sofredores, sustando penalidades merecidas e aliviando
os angustiados. A Bíblia fala da eternidade da misericórdia de Deus, dizendo: “Mas a misericórdia do
SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre aqueles que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos
filhos” (Sl 103.17). Com base nisso, o profeta Jeremias descreve a infinita misericórdia do Senhor,
dizendo: “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos; porque as suas
misericórdias não têm fim. Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lm 3.22-23).
GRAÇA: A graça de Deus é seu favor não merecido, contrário ao merecimento, mediante o qual a
penalidade merecida e consequente é suspensa e todas as bênçãos positivas são concedidas ao crente
arrependido. O salmista Davi descreveu tão bem a plenitude da graça de Deus, dizendo: “Mas tu, Senhor,
és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, e sofredor, e grande em benignidade e em verdade”
(Sl 86.15). O apóstolo Paulo também escreveu sobre a extensão da graça de Deus, dizendo: “Porque a
graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens” (Tt 2.11).

Onisciência

A onisciência de Deus é um termo teológico que se refere ao conhecimento e
sabedoria infinitos de Deus e sua capacidade de conhecer perfeitamente todas as coisas. Calvino definiu
a onisciência como “Aquele atributo mediante o qual Deus conhece a si mesmo e a todas as outras coisas
em um só e simplicíssimo ato eterno”. Davi escreveu sobre a onisciência de Deus, dizendo: “Tu conheces
o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar e o meu
deitar; e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó
SENHOR, tudo conheces. Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão. Tal ciência é para mim
maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir” (Sl 139.2-6).

sábado, 16 de novembro de 2019

Deus Grande e poderoso

Os atributos naturais de Deus
Os atributos naturais de Deus são: eternidade, imutabilidade, onisciência, onipotência e onipresença.
ETERNIDADE: A eternidade de Deus é a duração infinita sem começo e sem fim. Deus não teve
princípio e não terá fim (Jó 36.26). Ele conhece os acontecimentos presentes. Contudo o passado,
presente e futuro são igualmente conhecidos para ele. Para nós os acontecimentos ocorrem um a um. Mas
Deus vê todos os acontecimentos como um todo ligado, como se fosse um único acontecimento. Moisés
escreveu sobre a eternidade de Deus, dizendo: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a
terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2).
IMUTABILIDADE: A imutabilidade de Deus não admite a possibilidade de mudança e nem sombra de
variação. Na qualidade de ser infinito, absoluto, independente e eterno, Deus está acima de
possibilidades de mudanças e variações. O apóstolo Tiago escreveu sobre a imutabilidade de Deus,
dizendo: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há
mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17). O Senhor também falou de sua imutabilidade através do
profeta Malaquias, dizendo: “Porque, eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois
consumidos” (Ml 3.6).
ONISCIÊNCIA: A onisciência de Deus é um termo teológico que se refere ao conhecimento e
sabedoria infinitos de Deus e sua capacidade de conhecer perfeitamente todas as coisas. Calvino definiu
a onisciência como “Aquele atributo mediante o qual Deus conhece a si mesmo e a todas as outras coisas
em um só e simplicíssimo ato eterno”. Davi escreveu sobre a onisciência de Deus, dizendo: “Tu conheces
o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar e o meu
deitar; e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó
SENHOR, tudo conheces. Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão. Tal ciência é para mim
maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir” (Sl 139.2-6).
ONIPOTÊNCIA: A onipotência de Deus é um termo teológico que se refere ao poder ilimitado de
Deus. Davi também escreveu sobre a onipotência de Deus, dizendo: “Grande é o SENHOR e muito digno
de louvor; e a sua grandeza, inescrutável” (Sl 145.3). O próprio Deus revelou para Abraão a sua
onipotência, dizendo: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso” (Gn 17.1). Jesus também revelou a onipotência de
Deus, dizendo: “Mas a Deus tudo é possível” (Mt 19.26).
ONIPRESENÇA: A onipresença de Deus é um termo teológico que se refere à natureza ilimitada de
Deus ou à sua capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Davi também escreveu sobre a
onipresença de Deus, dizendo: “Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se
subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; se tomar as asas da
alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser:
decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim. Nem ainda as trevas me
escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa”
(Sl 139.7-12). O escritor da carta aos Hebreus também escreveu sobre a onipresença de Deus, dizendo:
“E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos
daquele com quem temos de tratar” (Hb 4.13)

A criação

O DEUS DA CRIAÇÃO. (1) Deus se revela na Bíblia como um ser infinito,
eterno, auto existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve
um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os
montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a
eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2). Noutras palavras, Deus existiu eterna e
infinitamente antes de criar o universo finito. Ele é anterior a toda criação, no céu
e na terra, está acima e independe dela (ver 1Tm 6.16 nota; Cl 1.16). (2) Deus se
revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” (1.27; ver 1.26
nota). Porque Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, podiam comunicar-se
com Ele, e também com Ele ter comunhão de modo amoroso e pessoal. (3) Deus
também se revela como um ser moral que criou tudo bom e, portanto, sem pecado.
Ao terminar Deus a obra da criação, contemplou tudo o que fizera e observou que
era “muito bom” (1.31). Posto que Adão e Eva foram criados à imagem e
semelhança de Deus, eles também não tinham pecado (ver 1.26 nota). O pecado
entrou na existência humana quando Eva foi tentada pela serpente, ou Satanás (Gn
3; Rm 5.12; Ap 12.9).

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Milagres no antigo testamento

MILAGRE PROPÓSITO LUGAR REFERÊNCIA
A confusão das línguas Frustrar uma ambição iníqua Babel Gn 11.7-9
Sodomitas feridos de cegueira Castigá-los por suas intenções perversas Sodoma Gn 19 11
Destruição de Sodoma e Gomorra Castigá-las por suas grandes perversidades Sodoma e Gomorra Gn 19.24.25
A esposa de Ló transformada em estátua de Castigã-la por sua desobediência em olhar
para trás
Caminho fora de Sodoma Gn 19.2E
sal
A sarça ardente que não se consumia O chamamento de Moisés Horebe Êx 3.2
A vara de Moisés transformada em serpente Confirmar sua fé Horebe Êx 4.2-5
A mão de Moisés fica leprosa, e é curada Confirmar sua fé Horebe Êx4-G-7
A vara de Arão transformada em serpente Convencer a Faraó de que a sua missão e a Êx 7.10-12
de Moisés eram divinas
Egito
As dez pragas Obrigar a Faraó a deixar os israelitas saírem Êx 7 12
do Egito
Egito
A coluna de nuvem durante o dia, e a de fogo Êx 13.20.21
de noite
Enganar os egípcios, e guiar os israelitas Próximo ao Egito
A divisão do mar Vermelho, e a sua volta ao Êx 14.2
leito normal
Abrir caminho para os israelitas, e deter os
egípcios As águas de Mara tornam-se doces Suprir os israelitas de água potável Mara
O envio de cordonizes e o maná Suprir os israelitas de alimento O deserto Êx 16-13-35
Êx 17.5-7
Nm 20 8-12
A água proveniente da rocha Suprir os israelitas de água Horebe e Meribá
Vitória sobre os amalequitas Refidim Êx 17 S-1G
Sacrifícios consumidos pelo fogo Confirmar a autoridade divina Vários lugares Lv 9.24: Jz 6.21:13.19.20
1 Rs 18.38:
2 Cr 7.1
Os filhos de Arão consumidos pelo fogo do Castigá-los por terem oferecido fogo estranho Sinai Lv 10.1,2
céu
A lepra de Miriã é curada Resposta à oração de Moisés Hazerote Nm 12,10-15
Corá e seus partidários são destruídos Castigá.-los por sua rebeldia Nm 16.31-35
A praga enviada e detida Censurar suas murmurações Nm 15 41-50
A vara de Arão floresce e produz amêndoas Convencer os israelitas de sua autoridade Cades Nm 17.1-8
O envio de serpentes ardentes, e a cura de
alguns que haviam sido picados
Censurar suas murmurações Deserto de Zim Nm 21.7-9
Ajumentade Balaãofala Admoestá-lo por ter visitado a Balaque Petor Nm 22.28-31
A divisão do rio Jordão Abrir caminho aos israelitas, a Elias e a
Eliseu
A queda dos muros de Jericó Jericó
O sol e a lua se detêm Aumentar o dia para ajudar os israelitas Gibeão Js 10.12.13
Sansão bebe a água de Lei Saciar sua sede Lei Jz 15 19
Dagom e muitos filisteus caem diante da arca Obrigar os filisteus a devolverem-na a seus
legítimos guardiães
Asdode 1 Sm 5
Habitantes de Bete-Semes feridos Castigar sua irreverência Bete-Semes 1 Sm G 19
Trovões e chuvas em tempo de colheita em
resposta à oração de Samuel
Uzá ferido de morte
Inspirar reverência Gilgal 1 Sm 12.18
Castigar a presunção
Castigar sua oposição ao mensageiro de Deus
Prover alimento para ela, seu filho e o profeta
Perez-Uzã 2 Sm 6.6.7
Seca-se a mão de Jeroboão Betei 1 Rs 4 4-6
Multiplicam-se a farinha e o azeite da viúva Sarepta 1 Rs 17.10-16
Os capitães de Acazias com seus soldados
são consumidos
Censurar a oposição de Acazias ao profeta
de Deus
Próximo à Samaria 2 Rs 1 9-12
O carro de fogo eleva Elias ao céu Mostrar a recompensa especial de Deus para
o profeta
Próximo ao Jordão 2 Rs 2.11
As águas de Jericó são saradas Reposta à petição do povo Jericó 2 Rs 2.19-22
Provisão de água para um grande exército

O azeite da viúva multiplicado Prover os meios para pagar suas dívidas 2Rs4 1-7
Ressurreição do filho da sunamita Recompensa por cuidar do profeta Suném 2 Rs 4.32-36
Purificação da comida envenenada Prover alimento para os filhos dos profetas Gilgal 2 Rs 4.40.41
Alimentação de cem homens com vinte pães Prover alimento para os filhos dos profetas Gilga 2 Rs 4.4244
A lepra de Naamã curada Mostrar a Naamã o poder de Deus Jordão 2 Rs 5.10-14
Geasi torna-se leproso Castigá-lo por seu engano Samaria 2 Rs 5.24-27
Um machado flutua Jordão 2 Rs 6.5.6
Ferido de cegueira um batalhão dos sírios Resgatar o profeta Dotâ 2 Rs 6.15-18
Posto em fuga o exército dos sírios Livrar Samaria do ataque dos sírios Samaria 2 Rs 7.6.7
O morto que ressucitou ao tocar os restos
mortais de Eliseu
O exército de Senaqueribe destruído
2 Rs 13 20-21
Livrar Jerusalém como pediu Ezequias Jerusalém 2 Rs 19 35
O sol retrocede Provar o que foi dito pelo profeta Jerusalém 2 Rs 20.9-11
Uzias torna-se leproso Castigá-lo por usurpar as funções do
sacerdócio
Jerusalém 2 Cr 26 19-21
Três jovens hebreus livrados da fornalha de
fogo ardente
Confirmar o poder e a providência de Deus Babilónia Dn 3.19-27
Daniel livrado dos leões Confirmar o poder e a providência de Deus Babilónia Dn 6.16-23
Jonas no ventre do grande peixe Castigar sua desobediência Mediterrâneo Jn 117
Libertação de Jonas Resposta a seu arrependimento
Abraão Um herdeiro porque não tinha filhos
Permissão para fugir para Zoar
Êxito para
a sua missão
Filhos
Escapar de seu irmão
A bênção de Deus, pela qual luta com Ele toda
a noite
Liberdade da escravidão
Gn 15.1-6
Ló Gn 19.18-22
Eliezer Gn 24,12-14
Isaque
Jacó
Gn 25.21.24-26
Gn 32.9: 33.4
Israel Gn 32.24-30
Os israelitas Êx 2.23-25
Moisés Ver
a Terra Prometida
Poder vencer
o rei de Canaã
Sinais de que terá êxito
Água para saciar
a sua sede
Força para vingar-se dos filisteus
Um filho
A bênção de Deus sobre
a sua casa para sempre
Um coração entendido (sabedoria)
Triunfo de Deus sobre Baal
Para que
o exército sírio fique cego
Ser libertado dos sírios
Proteção contra Senaqueribe
Recuperação de uma grave enfermidade A bênção divina
Vitória em uma batalha
Vitória sobre Jeroboão
Ajuda contra os etíopes
Vitória sobre os sírios
Proteção contra seus inimigos
Ser libertado dos assírios
Dt 3.25: 34,1-4
Os israelitas Jz 4,3-23
Gideão
Sansão
Jz 6.36-40
Jz 15.18.19
Sansão Jz 16.28-30
Ana
1 Sm 1.10-28
Davi
2 Sm
7
Salomão
1 Rs 3.6-14
Elias
1 Rs 18.36-38
Eliseu
2 Rs 6.17-23
Jeoacaz
2 Rs 13.4.5
Ezequias
Ezequias
2 Rs 19.15 2 Rs 20
Jabez
1 Cr 4,10
Os rubenitas
1 Cr 5.18-22
O exército de Abias
2 Cr 13.14-18
Asa
2 Cr 14,11-15
Josafá
2 Cr 18.31
Josafá
2 Cr 20.6-27
Manassés

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Os 5 pilares da igreja

No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da Catedral em Wittenberg 95 teses contra as os erros da igreja romana. Lutero estabeleceu cinco pontos de fé como base para a Igreja, conhecidos como cinco ‘sós’.

Quando foi pedido que Lutero se retratasse, ele disse:
“A menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa; Deus me ajude. Amém”.

Quais são as bases de uma Igreja Verdadeira?

Baseado na Reforma Protestante¹ e nos cinco fundamentos:

1. SOMENTE A BÍBLIA: 

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra”(2 Timóteo 3.16-17).

A Bíblia estava esquecida, chegando a ser proibida sua leitura pelo povo que só ouvia alguns trechos na missa em latim, de maneira que não compreendessem. Lutero gastou anos de sua vida traduzindo a Bíblia para a língua de seu povo, reuniu recursos possíveis e publicou a Bíblia para todos lerem.

A Bíblia na mão é marca do cristão protestante. A leitura bíblica é o centro do culto de uma Igreja verdadeira. Não existe outra verdade acima da Bíblia. Ela é a Palavra de Deus! A única regra de fé e prática para a vida cristã é a Sagrada Escritura.

Sua Igreja tem a Bíblia como única regra de fé e prática?

Somente a Bíblia é a Palavra de Deus!

ASSISTA:

2.SOMENTE CRISTO: 

“Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1 Timóteo 2.5).

No tempo de Lutero havia muitos santos e imagens na Igreja e o povo acreditava que para cada coisa devia pedir a um santo especial. De tantos personagens que havia na Igreja que a pessoa de Jesus Cristo ficava de lado e quase nada se sabia a seu respeito.

Por isso Martinho Lutero protestou por uma Igreja cristocêntrica. Jesus é o centro da Igreja. Foi Cristo quem morreu para dar vida e levantar uma Igreja. Somente Jesus é o nome que salva todos que o invocam (Atos 4.12). A Igreja deve orar somente ao Pai em Nome de Jesus (João 14.13,14).

Um cristão verdadeiro acredita que somente Jesus salva e somente Ele é digno de receber nosso louvor e ouvir nossas orações. Não podemos confiar em homens, poisAssim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17.5). Nem mesmo um pastor poderoso ou cantor gospel famoso tem o poder que só Jesus tem ou merece a honra que só Ele merece. Por isso a Igreja Verdadeira deve estar firmada em Jesus e não em homens.

Você e sua Igreja confiam somente em Jesus para Salvação?

Somente Jesus pode salvar e ouvir sua oração!

3. SOMENTE A GRAÇA: 

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9).

As indulgências eram cobranças que a igreja fazia como forma das pessoas pagarem por seus pecados. Lutero se revoltou contra isso ao ver o luxo das igrejas romanas e a pobreza do povo que juntava trocados para pagar em dinheiro pelo perdão de seus pecados e ainda tinham que cumprir penitências acreditando que por suas obras seriam salvos.

Quando Lutero leu na Bíblia que Jesus com seu sangue apagou todos os nossos pecados e por sua graça somente nos perdoava sem necessidade algumas de obras, ele não aceitou e rasgou a bula papal que determinava o perdão para quem pagasse uma indulgência vendendo a salvação para quem tivesse o dinheiro para tirar um parente morto do purgatório.

As obras não podem salvar ninguém. Boas obras são conseqüência de nossa salvação (Efésios 2.10), pois como servos de Deus somos capacitados pelo Espírito Santo a exercer misericórdia, revelando o Amor de Deus ao próximo.

Um cristão verdadeiro depende da Graça de Deus para tudo (II Coríntios 12.7). Uma Igreja verdadeira proclama o perdão dos pecados gratuitamente por Jesus Cristo sem necessidade de pagar ou cumprir rituais com Jesus ordenoude graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10.8).

Sua Igreja proclama a Graça de Deus em tudo o que faz ou cobra pela bênção?

Somente a Graça de Deus pode perdoar pecados!

4. SOMENTE A FÉ: 

“O justo viverá pela fé” (Romanos 1.17).

Num tempo em que as relíquias e objetos santos eram venerados, carregados em procissões e as multidões caminhavam em romaria em busca de uma experiência religiosa através de um contato com um lugar ou objeto sagrado, Lutero pregou que nada disso era necessário.

A Bíblia define a Fé como a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11.1) e quesem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). Baseado nisso Lutero determinou que não deveria reverenciar objetos visíveis e nem fazer uma grande caminhada para agradar a Deus. A fé é invisível (II Coríntios 5.7). Somente pela fé podemos receber a resposta a nossas orações.

Um cristão de verdade vive pela fé, não pelo que é palpável e visível aos olhos humanos.  A Igreja verdadeira ensina a exercer a fé sem necessidade de amuletos ou obras. No século XXI em meio ao capitalismo é muito comum as pessoas se apegarem a coisas e lugares. Por isso é um desafio pregar uma vê no que ninguém vê, masBem-aventurados os que não viram e creram” (João 20.29).

Você e sua Igreja vivem esta fé ou procuram coisas para acreditar?

Somente pela Fé recebemos a Salvação e somos abençoados!

5. SOMENTE A DEUS TODA GLÓRIA: 

“Eu sou o SENHOR; este é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor” (Isaías 42.8).

Muitos idólatras dizem que não estão adorando as imagens e que estas são apenas para lembrar a história da pessoa e suas obras. Engano! Como então conversam, cantam e fazem pedidos para a imagem? Essa é uma forma de adoração.

Lutero não aceitou as centenas de imagens na igreja e os cultos prestados a pessoas que já haviam morrido. A Palavra de Deus declara que somente a Deus pertence a Glória, honra e louvor (Apocalipse 5.12). Jesus é o único digno de receber toda adoração!

Jesus disse que um cristão verdadeiro presta toda glória somente a Deus e não recebe louvor pelos seus feitos (João 5.44). Uma Igreja verdadeira não louva a homens, mas somente a Deus. O meio gospel precisa urgentemente se livrar do estrelismo que tem enriquecido cantores e iludido o povo de Deus com a dependência de um personagem famoso ou canções novas para adorar a Deus.

Você sua Igreja têm adorado ao Senhor ou presta admiração para homens?

A Deus somente toda a Glória!

Como reconhecer uma igreja verdadeira?

-CONCLUSÃO“Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1.8).

A Igreja ficou muito tempo distanciada da verdade e custou muito para ser restaurada. Hoje existem muitos tipos de igrejas e religiões ao ponto de confundir a cabeça das pessoas. Precisamos de discernimento para entender o que é certo e o que é errado. Por isso o apóstolo Paulo deixou bem claro quem nem mesmo uma manifestação sobrenatural como o aparecimento de um anjo com outro tipo de pregação diferente do evangelho, não deve ser aceita como verdade.

Baseados nestes cinco princípios enumerados por Martinho Lutero podem saber se uma igreja ou cristão é verdadeiro. Também podemos refletir sobre a necessidade de uma nova reforma na Igreja Evangélica e retornar às nossas origens como uma Igreja Verdadeiramente Cristã.

Os Cinco pilares da Igreja são:

Somente a BÍBLIA é a Palavra de Deus!

Somente a GRAÇA perdoa pecados!

Somente a FÉ leva à Salvação!

Somente CRISTO é o Salvador!

Toda a GLÓRIA somente a Deus

Deus é Infinito, Supremo e Criador.

A existência de Deus é uma verdade fundamental das Escrituras, que não tecem argumentos para
afirmá-la ou comprová-la. A Bíblia já inicia apresentando a realidade da existência de Deus, dizendo:
“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Deus não precisa que o homem creia que ele existe
para poder existir. Independente do homem crer ou não crer na existência de Deus — ele existe! Nossa
principal base para crer na realidade de Deus se encontra nas páginas da Bíblia Sagrada. A Bíblia,
portanto, não se destina ao ateu, que nega a existência de Deus, nem ao agnóstico, que nega a
possibilidade de crer ou não na existência de Deus, nem para o incrédulo, que rejeita a revelação de
Deus. Definir exatamente quem é Deus não é algo que pode ser feito meramente por palavras. Se não
houvesse uma revelação, acima de tudo, do próprio Deus ao homem, nunca iríamos compreendê-lo.
Acreditando ou não na existência de Deus, o homem necessita do Senhor para compreender a si mesmo.
Eis a questão que definirá o nosso destino eterno. A definição básica que os dicionários bíblicos dão
sobre Deus é esta: “Deus é um ser existente por si mesmo, infinito, supremo, criador e conservador do
Universo”.
Teorias sobre a existência de Deus
Existem várias teorias a respeito do que o homem pensa sobre a existência de Deus, e se difundiram
através da história, existindo até hoje adeptos destas teorias.
ATEÍSMO: O ateísmo se define hoje como um movimento humanista radical que nega a existência de
Deus. O ateu nega o conceito de Deus por não ser capaz de descobrir no Universo material a existência
de Deus. Porque Deus sendo Espírito não pertence à categoria da matéria e, portanto, não pode ser
descoberto por investigações meramente naturais ou humanas. Entretanto a Bíblia mostra que o Universo
material proclama a glória de Deus (Sl 19.1). A crença na existência de Deus é universal. Nunca
existiram povos ateus. Ficou provado, tanto pela história como pela arqueologia, que “nunca se encontrou
tribo ou nação que não tenha alguma noção de um ser supremo, um Deus que através de suas religiões
procuram se aproximar dele e agradar-lhe por meio de sacrifícios, às vezes até de sangue”. O moralista e
historiador grego Plutarco (45-125 d.C.) costumava dizer o seguinte: “É possível encontrar cidades sem
muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária, mas um povo sem Deus, sem
orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios jamais foi encontrado”.
POLITEÍSMO: O politeísmo é conhecido como “culto de muitos deuses”. Era característico das
religiões antigas, mas até hoje é praticado entre muitos povos e nações, principalmente na Índia, onde se
acredita que existam treze milhões de deuses. Baseia-se o politeísmo na ideia de que o Universo é
governado não só por uma força, mas sim por muitas forças, de maneira que há um deus na água, um deus
no fogo, um deus em cada animal, um deus nos pássaros, nas montanhas etc. O apóstolo Paulo descreve
como surgiu o politeísmo, dizendo: “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da
imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis” (Rm 1.23). A Palavra de Deus
derruba totalmente esta teoria, dizendo: “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e
em todos” (Ef 4.6).
PANTEÍSMO: O panteísmo é proveniente de duas palavras gregas, que significam “tudo é Deus”. É
um sistema de pensamento que confunde Deus com a natureza e o identifica com o Universo, árvores,
pedras, terra, água etc. O apóstolo Paulo também descreve como surgiu o panteísmo, dizendo: “pois
mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é
bendito eternamente. Amém!” (Rm 1.25). A Bíblia afirma que: “Os céus manifestam a glória de Deus e o
firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). Portanto, a natureza apenas expressa a glória do
Criador!
DEÍSMO: O deísmo admite que haja um Deus pessoal que criou o mundo, mas insiste que, depois da
criação, Deus abandonou o mundo e entregou para ser governado pelas leis naturais. A Bíblia condena
totalmente esta teoria, dizendo: “Exaltado está o SENHOR, acima de todas as nações, e a sua glória, sobre
os céus. Quem é como o SENHOR, nosso Deus, que habita nas alturas; que se curva para ver o que está nos
céus e na terra; que do pó levanta o pequeno e, do monturo, ergue o necessitado, para o fazer assentar
com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo; que faz com que a mulher estéril habite em família
e seja alegre mãe de filhos? Louvai ao SENHOR!” (Sl 113.4-9). Este texto revela a transcendência e
imanência de Deus. Como transcendente, Deus é excelso e está acima de tudo! Porém como imanente, ele
se inclina para observar a sua criação e interfere no dia a dia das pessoas, exaltando o humilde, fazendo
até a mulher estéril ser alegre mãe de filhos!
AGNOSTICISMO: O vocábulo “agnosticismo”, proveniente de um termo grego, tem o sentido de “não
conhecer”. Esse sistema de ensino tem por objetivo negar a capacidade humana de conhecer a Deus. “A
mente finita não pode alcançar o infinito”, afirma o agnóstico. A Bíblia refuta totalmente esta teoria,
dizendo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós
virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os 6.3). Portanto, o conhecimento de Deus é
progressivo!
MONOTEÍSMO: O monoteísmo é a crença de que existe um só Deus que criou todas as coisas e
sustenta pela sua Palavra todo o Universo (Hb 1.1-3). O “monoteísmo” é o oposto do “politeísmo” e
defende o “culto verdadeiro de adoração a um só Deus”. O monoteísmo é defendido pelo judaísmo e
pelas duas maiores religiões do planeta, cristianismo e islamismo. A Bíblia apoia claramente esta
doutrina, dizendo: “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e
um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1Co 8.6). O próprio Deus
confirma esta doutrina, dizendo: “Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque
eu sou Deus, e não há outro” (Is 45.22).

A importância da teologia

A teologia, o estudo de Deus, já foi classificada no passado como a “rainha das matérias
universitárias”, por pesquisar e estudar sobre o maior de todos os mistérios do Universo — Deus. E,
também, por ser um dos mais antigos cursos universitários da história. Aliás, as primeiras universidades
da Europa ofereciam basicamente três cursos: teologia, filosofia e direito. Hoje, com a extrema
secularização das universidades, o curso de teologia sofre toda a discriminação da comunidade
científica, por sua associação com a religião e pelo fato de ir contra todos os argumentos e teorias
científicas acerca da origem do homem e do Universo, como a teoria da Evolução, teoria do Big Bang e
tantas outras teorias.
Eles previam que o povo perderia o interesse pela religião e, consequentemente, Deus seria tirado da
pauta. Todavia apesar do materialismo das pessoas, elas resolveram querer Deus e também a
prosperidade econômica. Portanto Deus nunca saiu e nem jamais sairá da mente humana. Ele sempre será
o assunto principal do mundo. Os maiores conflitos hoje ao redor do planeta ainda são por questões
religiosas. As previsões teóricas dos sábios deste mundo fracassaram e a teologia voltou a ficar em
evidência. Os teólogos estão cada vez mais se tornando fonte de consulta para os problemas existenciais
da vida humana. O próprio MEC (Ministério da Educação e Cultura) passou a reconhecer o curso de
bacharel em teologia como um curso de nível superior. Hoje, os teólogos estão sendo convidados pelos
populares programas de auditório na televisão e programas de debate nas rádios, nas redes sociais e nos
demais meios de comunicação para responder questões de moralidade, ética e fé. Daí a necessidade de
cada cristão, ou obreiro da seara do Mestre, ter pelo menos um conhecimento básico de teologia.

A Teologia

I. CLASSIFICAÇÃO DATEOLOGIA
A teologia é envolvida com Deus, o homem e a religião e por isso tem várias divisões. A teologia está
classificada em cinco principais ramos:
TEOLOGIA EXEGÉTICA: Este ramo da teologia procura descobrir o verdadeiro significado das
Escrituras, mostrando a arte de interpretar as línguas originais em que foi escrita a Bíblia, decifrando as
dificuldades de interpretação, como no caso a hermenêutica sagrada.
TEOLOGIA HISTÓRICA: Este ramo da teologia traça a história do desenvolvimento da interpretação
doutrinária, envolvendo o estudo da história da Igreja, como por exemplo, a história do cristianismo.
TEOLOGIA DOGMÁTICA: Este ramo da teologia estuda as verdades fundamentais da fé como se nos
apresenta nos credos da Igreja, como por exemplo a teologia calvinista, luterana e outras mais.
TEOLOGIA BÍBLICA: Este ramo da teologia traça o progresso da verdade, através dos diversos
livros da Bíblia e descreve a maneira de cada escritor apresentar as doutrinas importantes como por
exemplo a teologia do Antigo Testamento, teologia do Novo Testamento, teologia do Pentateuco etc.
TEOLOGIA SISTEMÁTICA: Neste ramo de estudo da teologia, os ensinos bíblicos concernentes a
Deus e aos homens são agrupados em tópicos de acordo com um sistema definido por matérias e
distribuído em disciplinas autônomas, como por exemplo: teologia (doutrina de Deus), cristologia
(doutrina de Cristo), paracletologia (doutrina do Espírito Santo), bibliologia (doutrina da Bíblia),
angelologia (doutrina dos anjos), antropologia (doutrina do homem), hamartiologia (doutrina do pecado),
soteriologia (doutrina da salvação), eclesiologia (doutrina da igreja) e escatologia (doutrina das últimas
coisas). De acordo com o teólogo anglicano William Henry Thomas: “A teologia é a expressão técnica da
revelação de Deus. Faz parte da teologia examinar todos os fatos espirituais da revelação, calcular o seu
valor e arranjá-los em um corpo de ensinamentos”. Vejamos:

domingo, 28 de julho de 2019

Os Fariseus

Sucessores dos hassidim ("os piedosos”) do séculoHa_C., formavam umpartido religioso puritano.
1. Seu principal interesse era a observância da Lei de Moisés.
2. Conferiam igual valor às tradições dos anciãos e às Escrituras Sagradas.
3. Criam na existência dos anjos e demónios.
4. Criam navidaapós amorte.
5. Davam grande ênfase aos aspectos práticos de seus ensinamentos, como a oração, o arrependimento e as obras assistenciais.
6. Emborapoucos, em número, sua influência social e política era considerável.
7. A maioria dos escribas pertencia a este grupo.
8. Suarigidez e separatismo degenerou-se em mero legaHsmo, e em arrogância e menosprezo pelos demais.
9. Jesus não criticou a ortodoxia de seus ensinamentos, mas a sua falta de amor e orgulho.
Os Saduceus
Em sua maioria eram sacerdotes e ricos aristocratas.Éprovável que tenham surgido no período macabeu.
1.Não reconheciam a autoridade da tradição oral.
2. Negavam a existência do mundo espiritual.
3. Não criam na ressurreição dos mortos nem na rida futura.
4. Aceitavam como canónicos apenas os Kvros de Moisés.
5. Interpretavam a Lei de maneira literal.
6. Eram simpáticos à cultura helenista.
7. Contavam com pouco apoio popular.
8. Eram renhidos adversários dos fariseus.
Os Essênios
Eram uma seita monástica e ascética que viviano deserto da Judéia, às margens do mar Morto.
1.Eram praticamente desconhecidos até a descoberta dos manuscritos do mar Morto em 1947.
2. A seita da Comunidade de Qumran foi organizada por um "mestre de justiça” no séculoIIa.C.
3. Consideravam-se a si mesmo
11
os filhos da hiz”.
4. Vivam completamente separados do judaísmo de Jerusalém, o qual consideravam apóstata.
5. Aguardavam o dia da batalha final, quando então haveriam eles de obter a vitória sobre os “filhos das trevas"
6. Esperavam a vinda de dois messias, um sacerdotal e outro real, ouum que combinasse ambas as funções.
7. Eram radicalmente dualistas em seus conceitos.
8. Embora sua terminologia seja parecida com a do Cristianismo, o conteúdo de seus ensinamentos é acentuadamente distinto.
9. Desapareceram por volta de 73. a.C., quando da conquista da fortaleza de Massada pelos romanos.
Os Zelotes
Eram os fundamentalistas reacionários do povo judeu.
1. Acreditavam que a submissão aRoma fosse traição a Deus.
2. Eram conhecidos também como cananitas.
3. Pelo menos um dos apóstolos, Simão, havia sido zelote.
4. Eoram eles que provocaram a rebelião que culminou na destruição de Jerusalém em 70 .
5. Eram o terror dos soldados romanos, já que as suas incursões eram realizadas sob o manto da noite.
6. Ao que parece, tomaram parte na rebelião de Barcoquebas em 132-135 d_C., ocasionando na saída dos judeus da Palestina.

O batismo no Espírito Santo

Êxodo 31.1-6
Números 27.18
Juízes 3.9,10
Juízes 6.34
Juízes 11.29
Juízes 15.14,15
1 Samuel 11.6,7
1 Samuel 16.13
1 Crônicas 12.18
2 Crônicas 24.20,21
Salmo 51.10-12
Isaías 11.1-3a
Isaías 32.15
Isaías 42.1
Isaías 44.3
Isaías 59.21
Ezequiel 2.1,2
Ezequiel 11.19,20
Ezequiel 36.26,27
Ezequiel 37.14
Ezequiel 39.29
Joel 2.28,29
Miquéias 3.8
Zacarias 4.6
Mateus 3.11
Marcos 1.7,8
Lucas 1.15
Lucas 1.41
Lucas 1.67
Lucas 3.16
Lucas 4.1
Lucas 24.49
João 1.32,33
João 7.38,39
Atos 1.4,5
Atos 2.4-13
Atos 2.38,39
Atos 4.8
Atos 4.31
Atos 6.3
Atos 7.55
Atos 8.14-17
Atos 9.17
Atos 10.44-47
Atos 11.15-17
Atos 13.9
Atos 15.8
Atos 19.1-7
Efésios 5.18

Os dons espirituais

Êxodo 35.30-35
Números 11.24-29
Juízes 4.4
1 Samuel 10.5-11
2 Samuel 23.1,2
Neemias 9.30
Isaías 61.1-3
Ezequiel 8.3,4
Zacarias 7.12
Marcos 16.17,18
Atos 6.8
Atos 11.27,28
Atos 14.3
Atos 15.32
Atos 21.9-12
Romanos 1.11
Romanos 12.6-8
Romanos 15.19
1 Coríntios 1.7
1 Coríntios 12.1-31
1 Coríntios 14.1-40
Gálatas 3.5
Efésios 4.7-12
1 Timóteo 4.14
2 Timóteo 1.6
Hebreus 2.4
1 Pedro 4.10,11

O fruto do Espírito

Gênesis 50.19-21
Números 6.24-26
Números 12.3-7
Rute 3.10,11
2 Samuel 9.1-7
Salmo 1.3
Isaías 3.10
Isaías 27.6
Isaías 32.16-18
Ezequiel 17.22-24
Oséias 6.1-3
Oséias 14.4-8
Mateus 7.16-20
Mateus 12.33
Lucas 6.43,44
João 15.1-8
Atos 13.52
Romanos 5.5
Romanos 8.6
Romanos 14.17
Romanos 15.30
Gálatas 5.22,23
Efésios 3.17-21
Colossenses 1.6-8
1 Tessalonicenses 1.6
Hebreus 12.11
Tiago 3.17,18

A cura divina

Gênesis 20.17,18
Êxodo 15.26
Números 12.10-15
Números 21.7-9
Deuteronômio 7.15
Deuteronômio 32.39
1 Reis 13.6
1 Reis 17.17-24
2 Reis 5.9-14
2 Reis 20.1-7
2 Crônicas 7.14
2 Crônicas 30.18-20
Salmo 41.1-3
Salmo 61.1-3
Salmo 103.1-5
Isaías 38.1-21
Isaías 53.4,5
Isaías 57.18,19
Jeremias 17.14
Jeremias 30.17
Ezequiel 47.12
Oséias 11.3,4
Mateus 4.23,24
Mateus 8.16,17
Mateus 10.1
Mateus 12.22
Mateus 15.22-31
Marcos 2.3-12
Marcos 5.25-34
Marcos 6.13
Marcos 7.32-37
Lucas 6.17-19
Lucas 9.1-6
Lucas 10.9
Lucas 13.10-17
Lucas 17.12-19
João 4.46-53
João 5.5-15
João 9.1-12
Atos 3.1-10
Atos 5.15,16
Atos 8.6,7
Atos 19.11,12
Atos 28.8,9
Tiago 5.14-16
1 Pedro 2.24

A segunda vinda de Cristo

Salmo 98.8,9
Isaías 11.3b,4
Isaías 35.3-5
Isaías 40.10,11
Isaías 62.11,12
Isaías 66.15,16
Ezequiel 43.2
Joel 1.15
Zacarias 8.3-15
Zacarias 9.10
Zacarias 14.3-9
Malaquias 4.2,3
Mateus 16.27,28
Mateus 24.15-51
Mateus 25.31-46
Mateus 26.64
Marcos 13.1-37
Lucas 17.22-37
João 14.3
Atos 1.11
1 Coríntios 4.5
1 Coríntios 15.23
Filipenses 3.20,21
1 Tessalonicenses 1.10
1 Tessalonicenses 4.15–5.3
2 Tessalonicenses 1.7–2.8
1 Timóteo 6.14,15
2 Timóteo 4.8
Tito 2.13
Hebreus 9.28
1 Pedro 5.4
2 Pedro 3.8-14
1 João 3.2
Judas vv. 14,15
Apocalipse 1.7
Apocalipse 16.15
Apocalipse 19.11-16
Apocalipse 22.12
Apocalipse 22.20

A salvação

Gênesis 12.1-3
Êxodo 12.29-42
Êxodo 14.13,14
Levítico 16.15-22
Deuteronômio 26.6-9
1 Samuel 2.1,2
Salmo 13.5,6 / Salmo 18.1-3
Salmo 27.1
Salmo 37.39,40
Salmo 62.1-8
Salmo 85.4-7
Salmo 98.1-3
Salmo 116.1-13
Isaías 12.1-3
Isaías 25.9
Isaías 43.11-13
Isaías 51.4-6
Isaías 53.6-12
Isaías 55.6,7
Isaías 59.15-17
Isaías 61.10
Isaías 63.1-6
Jeremias 23.5,6
Ezequiel 3.16-21
Ezequiel 18.21-23
Ezequiel 33.14-16
Joel 2.32
Miquéias 7.7
Mateus 1.21
Lucas 1.76-79
Lucas 19.10
João 1.12
João 3.14-17
João 11.25,26
João 20.31
Atos 4.12
Atos 13.38,39
Romanos 1.16
Romanos 3.21-26
Romanos 10.4-13
1 Coríntios 15.1-8
2 Coríntios 5.17–6.1
Gálatas 2.16
Efésios 2.4-9
1 Tessalonicenses 5.8-10
2 Tessalonicenses 2.13
1 Timóteo 1.15,16
1 Timóteo 2.3-6
2 Timóteo 3.15
Tito 3.3-7
Hebreus 2.3
Hebreus 5.9
Hebreus 7.25
1 João 5.11,12
Apocalipse 3.20

O evangelismo pessoal

Êxodo 10.1,2
Números 10.29
Salmo 67
Salmo 96
Provérbios 11.30
Isaías 6.8
Isaías 42.6,7
Isaías 43.9,10
Isaías 45.22,23
Isaías 49.5,6
Isaías 52.7-10
Ezequiel 3.10,11
Ezequiel 33.7-11
Amós 7.14,15
Jonas 1.1,2
Jonas 3.1-5
Zacarias 8.20-23
Mateus 10.18-20
Mateus 24.14
Mateus 28.18-20
Marcos 16.15,16
Lucas 24.47,48
João 1.7
João 4.7-30
João 15.26,27
Atos 1.8
Atos 2.32
Atos 4.20
Atos 4.33
Atos 5.32
Atos 8.4
Atos 8.26-40
Atos 16.29-32
Atos 18.9,10
Atos 20.20,21
Atos 26.16-27
Efésios 6.19
1 Tessalonicenses 1.5
2 Timóteo 1.8
1 Pedro 3.15
1 João 1.2
Apocalipse 1.9
Apocalipse 11.3

A fé que remove montanhas

Gênesis 15.3-6
Gênesis 22.1-14
Êxodo 17.8-13
Josué 3.9–17
Juízes 7.9-23
1 Samuel 17.38-51
1 Reis 18.41-46
2 Reis 4.18-37
2 Reis 19.19-36
2 Crônicas 20.20-24
2 Crônicas 32.20-23
Neemias 6.15,16
Ester 4.14-5.2
Jó 13.15
Salmo 46
Isaías 28.16
Daniel 3.1-27
Daniel 6.1-23
Habacuque 3.17-19
Mateus 8.10
Mateus 9.2
Mateus 9.29,30
Mateus 17.20
Mateus 21.21,22
Marcos 4.40
Marcos 9.23,24
Marcos 10.52
Marcos 11.22-24
Lucas 7.50
Lucas 8.48
Lucas 12.28
Lucas 17.5,6
João 14.12
Atos 3.16
Atos 6.5
Atos 14.9,10
Atos 27.25
Romanos 4.19-21
1 Coríntios 13.2
1 Tessalonicenses 3.7
2 Tessalonicenses 1.3
Hebreus 11.29-35

O andar em obediência e santidade

Gênesis 5.22
Gênesis 6.9,10
Gênesis 17.1,2
Gênesis 26.2-6
Êxodo 19.3-6
Êxodo 20.1-17
Levítico 20.26
Deuteronômio 10.12,13
Deuteronômio 11.26–28
Josué 1.7,8
Josué 22.5
1 Samuel 12.14,15
1 Samuel 15.22,23
1 Reis 2.2-4
1 Reis 9.3-8
1 Crônicas 28.6-9
2 Crônicas 13.4-12
Esdras 7.10
Neemias 10.28-39
Jó 1.1-5
Jó 23.10-12
Salmo 1.1,2
Salmo 40.6-8
Salmo 78.1-8
Salmo 119.1-16
Provérbios 3.1-6
Eclesiastes 12.13,14
Isaías 2.3-5
Isaías 35.8,9
Isaías 58.1-8
Jeremias 11.1-5
Ezequiel 20.39-44
Daniel 9.4-6
Miquéias 6.8
Malaquias 2.5,6
Mateus 7.21-23
Mateus 19.16-26
Marcos 9.42-48
Lucas 6.46-49
Lucas 10.25-37
Lucas 12.42-48
João 8.31
João 14.21-24
Atos 10.34,35
Romanos 6.1-14
Romanos 8.1-5
Romanos 13.12-14
Gálatas 5.13-18
Efésios 2.10
Efésios 5.1-15
Filipenses 2.12-16
Colossenses 3.5-14
1 Tessalonicenses 4.1-7
Hebreus 10.23-26
Hebreus 12.1
Tiago 2.14-26
1 Pedro 1.13-16
2 Pedro 1.3-11
1 João 2.3-6
1 João 3.9-18
Apocalipse 3.1-4
Apocalipse 21.8

O louvor ao Senhor

Êxodo 15.1-21
Deuteronômio 8.10
Juízes 5.1,2
2 Samuel 22.47-50
1 Crônicas 16.7-43
1 Crônicas 29.20
Esdras 3.10-13
Salmo 9.1,2
Salmo 34.1-3
Salmo 92.1-4
Salmo 100
Salmo 113
Salmo 135.1-4
Salmo 146
Salmo 150
Isaías 12.4-6
Isaías 26.1-4
Isaías 42.10-12
Jeremias 20.13
Jeremias 31.7
Daniel 2.20-23
Joel 2.23-27
Habacuque 3.3
Sofonias 3.19,20
Mateus 9.8
Mateus 21.15,16
Lucas 1.42-47
Lucas 2.13,14
Lucas 2.20
Lucas 18.43
Lucas 19.36-40
Atos 2.46,47
Romanos 15.5-11
Efésios 1.3-6
Efésios 5.19,20
Colossenses 3.16,17
Hebreus 13.15
1 Pedro 2.9
Apocalipse 5.9-14
Apocalipse 7.9-12
Apocalipse 19.1-6

O poder que vence o mundo

Gênesis 19.15-26
Êxodo 23.23,24
Levítico 11.44,45
Levítico 18.1-5
Deuteronômio 7.1-6
Josué 23.11-13
1 Reis 19.18
2 Crônicas 30.6-9
Esdras 4.1-5
Neemias 2.18-20
Salmo 2
Salmo 18.37-40
Salmo 37.1-6
Salmo 49.13-15
Salmo 144
Provérbios 16.7
Isaías 44.24,25
Jeremias 1.18,19
Ezequiel 9.4
Daniel 1.8-20
Mateus 5.3-16
Mateus 6.19-24
João 15.18-20
João 16.33
João 17.14-18
João 18.36,37
Romanos 12.1,2
1 Coríntios 2.6-16
2 Coríntios 6.14–7.1
Gálatas 6.14
2 Timóteo 3.1-5
Tito 2.11,12
Hebreus 11.13-16
Tiago 1.27
Tiago 4.4-6
1 Pedro 2.11,12
1 João 2.15-17
1 João 5.4,5
Apocalipse 2.7
Apocalipse 2.12-17
Apocalipse 3.21,22
Apocalipse 21.7

A vitória sobre satanás e os demônios

Gênesis 3.15
Êxodo 7.10-12
Juízes 6.25-32
Juízes 16.23-30
1 Samuel 16.22,23
1 Reis 18.21-39
Jó 1.6-22
Salmo 91.1-13
Isaías 14.12-20
Isaías 24.21-23
Daniel 10.11
Mateus 4.1-11
Mateus 8.28-33
Mateus 17.14-18
Marcos 1.23-28
Marcos 3.10-15
Marcos 3.20-27
Marcos 5.1-16
Lucas 4.2-13
Lucas 4.33-36
Lucas 10.17-19
Lucas 11.20-26
Atos 5.3-5
Atos 16.16-18
Atos 19.13-20
Romanos 8.38
2 Coríntios 11.12-15
2 Coríntios 12.7-10
Efésios 6.10-18
Tiago 4.7
1 Pedro 5.8,9
1 João 3.8
Judas v.9
Apocalipse 12.7-11
Apocalipse 20.2,3
Apocalipse 20.7-10

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Estudo doutrinária

2Tm 2.2 “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens
fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros”.
A igreja tem a responsabilidade de salvaguardar a verdadeira e original doutrina
bíblica que se acha nas Escrituras, e transmiti-la aos fiéis sem transigência nem
corrupção. Fica subentendida, assim, a necessidade do ensino bíblico na igreja.
(1) A Bíblia menciona as seguintes razões para o ensino bíblico, ou teológico, quer
no lar, na igreja ou na escola: (a) transmitir o evangelho de Cristo a crentes fiéis,
para que conheçam (2Tm 3.15; ver Jr 2.8 nota), guardem (2Tm 1.14 nota), e
ensinem a verdadeira fé bíblica (1Tm 4.6,11; 2Tm 2.2) e a santidade de vida (ver
Rm 6.17 nota; 1Tm 6.3); (b) demonstrar aos estudantes a necessidade primacial de
“batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (ver Jd 3 nota), e dar-lhes os
meios pelos quais possam defendê-la contra todas as teologias falsas (ver At 20.31
nota; Gl 1.9 nota; 1Tm 4.1 nota; 6.3-4; Tt 1.9; ver o estudo FALSOS MESTRES); (c)
guiar os estudantes ao crescimento contínuo no caráter mediante “a doutrina que
é segundo a piedade” (1Tm 6.3; cf. Js 1.8; Sl 1.2,3; 119.97-100; Mt 20.28; Jo 17.14-
18; 1Ts 4.1; 1Tm 1.5 nota; 4.7,16; 2Tm 3.16); (d) preparar os estudantes para
fortalecer outros crentes e levá-los à maturidade espiritual de modo que juntos
possam refletir a imagem de Cristo no lar, na igreja local e no corpo de Cristo em
geral (Ef 4.11-16); (e) levar os estudantes a uma compreensão e experiência mais
profunda do reino de Deus na terra e seu conflito contra o poder de Satanás (Ef
6.10-18; ver o estudo O REINO DE DEUS); (f) motivar os estudantes através das
verdades eternas do evangelho, a dedicar-se sem reservas à evangelização dos
perdidos e à pregação do evangelho a todas as nações no poder do Espírito Santo
(Mt 28.18-20; Mc 16.15-20); (g) aprofundar a experiência que os estudantes têm
do amor de Cristo, da comunhão pessoal com Ele e do dom do Espírito Santo (Jo
17.3,21,26; Ef 3.18,19), exortando-os a seguir a orientação do Espírito Santo que
neles habita (Rm 8.14), a levá-los ao batismo no Espírito Santo (ver At 2.4; ver o
estudo O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO), e ensinando-os a orar (Mt 6.9 nota), a
jejuar (Mt 6.16 nota) e a adorar, enquanto aguardam o bendito aparecimento de
Jesus Cristo com o fervor espiritual dos santos do NT (2Tm 4.8; Tt 2.13).
(2) Esses propósitos do ensino bíblico deixam claro que ele deve ser administrado
somente por aqueles que em tudo são leais às Escrituras como a Palavra de Deus
plenamente inspirada (2Tm 1.13,14; ver Ed 7.10 nota; ver o estudo A INSPIRAÇÃO
E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS), bem como ao Espírito Santo e seu ministério
de verdade, de justiça e de poder (1.14).
(3) Note-se que o autêntico ensino bíblico enfatiza um viver santo (i.e., conhecer a
santidade, ser santo e proceder santamente), e não apenas ter uma mera
compreensão das verdades ou fatos bíblicos. As grandes verdades reveladas nas
Escrituras são verdades redentoras e não acadêmicas; são questões que envolvem
a vida ou a morte, exigem uma resposta e decisão pessoal, tanto do mestre quanto
do discípulo (Tg 2.17; ver Fp 1.9

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Imoralidade sexual

A Bíblia cita a temperança como um aspecto do
fruto do Espírito, no crente, i.e., a conduta positiva e pura, contrastando com tudo
que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e
impureza. Nossa dedicação à vontade de Deus, pela fé, abre o caminho para
recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24).
(5) Termos bíblicos descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal.
(a) Fornicação (gr. porneia). Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais,
pré ou extramaritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é
claramente transgressão dos padrões morais de Deus para seu povo (Lv 18.6-30;
20.11,12, 17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3). (b) A lascívia (gr. aselgeia) denota a ausência
de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva
à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9 nota, sobre a modéstia). Isso inclui a inclinação à
tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a
pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18).
(c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g.,
1Ts 4.6), significa privá-la da pureza moral que Deus pretendeu para essa pessoa,
para a satisfação de desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais
que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou
aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19). (d) A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia)
é um desejo carnal imoral que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade (Ef
4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28 nota).

Moralidade sexual

Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém
aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará”.
O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2;
Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou amiantos) significa livre de toda
mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos
que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos
matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de
qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de Deus. Isso
abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em
“concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como
para os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o
seguinte:
(1) A intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é
aceita e abençoada por Deus (ver Gn 2.24 nota; Ct 2.7 nota; 4.12 nota). Mediante
o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de
Deus. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento
conjugal fiel, são ordenados por Deus e por Ele honrados.
(2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões
degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei
do amor (Êx 20.14 nota) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados
são severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3 nota) e colocam o culpado
fora do reino de Deus (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21).
(3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas
também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há
quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e
adultos solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que não
haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de Deus e o padrão
bíblico da pureza. Deus proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a
nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados
(Lv 18.6-30; 20.11, 17, 19-21; ver 18.6 nota).
(4) O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual
antes do casamento. Justificar intimidade pré-marital em nome de Cristo,
simplesmente com base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir
abertamente com os padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do
mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida
íntima deve limitar-se ao cônjuge.

quarta-feira, 20 de março de 2019

A separação Espiritual do crente e a Santificação

No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos (Hb 11.13; 1Pe 2.11). (a) Não
devem pertencer ao mundo (Jo 15.19), não se conformar com o mundo (ver Rm
12.2 nota), não amar o mundo (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniquidade do
mundo (ver Hb 1.9 nota), morrer para o mundo (Gl 6.14) e ser libertos do mundo
(Cl 1.13; Gl 1.4). (b) Amar o mundo (cf. 2.15) corrompe nossa comunhão com Deus
e leva à destruição espiritual. É impossível amar o mundo e ao Pai ao mesmo tempo
(Mt 6.24; Lc 16.13; ver Tg 4.4 nota). Amar o mundo significa estar em estreita
comunhão com ele e dedicar-se aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres.
Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a Deus e que se opõe a Ele (ver
Lc 23.35 nota). Note, é claro, que os termos “mundo” e “terra” não são sinônimos;
Deus não
proíbe o amor à terra criada, i.e., à natureza, às montanhas, às florestas, etc.
(5) De acordo com 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente
hostis a Deus: (a) “A concupiscência da carne”, que inclui os desejos impuros e a
busca de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14).
(b) “A concupiscência dos olhos”, que se refere à cobiça ou desejo descontrolado
por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por Deus, inclusive o desejo de olhar
para o que dá prazer pecaminoso (Êx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui
o desejo de divertir-se contemplando pornografia, violência, impiedade e
imoralidade no teatro, na televisão, no cinema, ou em periódicos (Gn 3.6; Js 7.21;
2 Sm 11.2; Mt 5.28). (c) “A soberba da vida”, que significa o espírito de arrogância,
orgulho e independência autossuficiente, que não reconhece Deus como Senhor,
nem a sua Palavra
como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si
mesma, julgando não depender de ninguém (Tg 4.16).
(6) O crente não deve ter comunhão espiritual com aqueles que vivem o sistema
iníquo do mundo (ver Mt 9.11 nota; 2Co 6.14 nota) deve reprovar abertamente o
pecado deles (Jo 7.7; Ef 5.11 nota), deve ser sal e luz do mundo para eles (Mt
5.13,14), deve amá-los (Jo 3.16), e deve procurar ganhá-los para Cristo (Mc 16.15;
Jd 22,23).
(7) Da parte do mundo, o verdadeiro cristão terá tribulação (Jo 16.33), ódio (Jo
15.19), perseguição (Mt 5.10-12) e sofrimento em geral (Rm 8.22,23; 1Pe 2.19-21).
Satanás, usando as atrações do mundo, faz um esforço incessante para destruir a
vida de Deus dentro do cristão (2Co 11.3; 1Pe 5.8).
(8) O sistema deste mundo é temporário e será destruído por Deus (Dn 2.34,35, 44;
2Ts 1.7-10; 1Co 7.31; 2Pe 3.10 nota; Ap 18.2).

Relacionamento entre o crente e o mundo

1Jo 2.15,16 “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o
mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a
concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do
Pai, mas do mundo. ”
A palavra “mundo” (gr. kosmos) frequentemente se refere ao vasto sistema de vida
desta era, fomentado por Satanás e existente à parte de Deus. Consiste não
somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo,
mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra Deus, e de
resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os
empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de Cristo. Na presente
era, Satanás emprega as ideias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia,
desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas
econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para
opor-se a Deus, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão (Mt 16.26;
1Co 2.12; 3.19; Tt 2.12; 1Jo 2.15,16; Tg 4.4; Jo 7.7; 15.18,19; 17.14 ). Por exemplo,
Satanás usa a profissão médica, para defender e promover a matança de seres
humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais
como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia
humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos
de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os
empreendimentos meramente humanos, há um espírito, força ou poder maligno
que atua contra Deus e a sua Palavra. Nalguns casos, essa ação maligna é menos
intensa; noutros casos, é mais.
Finalmente, o “mundo” também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo
homem, bem como todas as organizações e igrejas mundanas, ou mornas.
(1) Satanás (ver Mt 4.10, nota sobre Satanás) é o deus do presente sistema
mundano (ver Jo 12.31 nota; 14.30; 16.11; 2Co 4.4; 5.19). Ele o controla juntamente
com uma hoste de espíritos malignos, seus subordinados (Dn 10.13; Lc 4.5-7; Ef
6.12,13; ver o estudo PODER SOBRE SATANÁS E OS DEMÔNIOS).
(2) Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos
e religiosos que são inatamente hostis a Deus e ao seu povo (Jo 7.7; 15.18,19; 17.14;
Tg 4.4; 2.16) e que se recusam a submeter-se à sua verdade, a qual revela a
iniquidade do mundo (Jo 7.7).
(3) O mundo e a igreja verdadeira são dois grupos distintos de povo. O mundo está
sob o domínio de Satanás (ver Jo 12.31 nota); a igreja pertence exclusivamente a
Deus (Ef 5.23,24; Ap 21.2; ver o estudo TRÊS CLASSES DE PESSOAS). Por isso, o
crente deve separar-se do mundo

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Elohim

Este nome aparece mais de 2.500 vezes na Bíblia e ELOIM é o plural de EL, que tem o sentido de força (Deus), majestade e poder absoluto. ELOHIM é a origem de tudo (Gênesis 1.1)!

    ELOIM revela a grandeza de Deus como Soberano, poderoso e Criador de tudo, mas mostra também que não está só, é plural: Pai, filho e Espírito Santo, além de estar conosco (Gênesis 1:2,3 e 26,27 / Colossenses 1:16).

    Homens e mulheres como Adão, Eva, Enoque, Noé, Abraão e Sara conheceram a ELOIM, o Poderoso Criador como um Deus que se preocupa com sua criação e que cuida dela. Deus é infinito, mas ama e cuida de suas criaturas como a Filhos, por isso ELOIM fez a aliança com todos os seus servos, protegendo-os e abençoando-os.
 Você tem reconhecido a Deus como ELOIM, seu Criador e Soberano em sua vida?
Receba o Senhor Jesus como maioral em seu viver!

EMANUEL: Deus conosco

Depois de crer em Deus de tantas maneiras, o povo esperava a maior manifestação do Senhor na promessa de Deus estaria com eles em carne um dia através da pessoa do Messias.

Em Mateus 1.23 lemos o cumprimento desta profecia, depois que Deus se revelou de tantas maneiras Ele quis consumar a sua obra se manifestando plenamente através de Jesus Cristo.

Em nome de Jesus podemos pedir todas as coisas (João 16.14) e sabemos que não existe nome mais poderoso que o de Jesus (Atos 4.12).

EMANUEL é Jesus Cristo, o Messias (Yeshuaramashia) -nome grego- que reuniu todas as qualidades de Deus em uma só pessoa e em um só nome:  

JESUS!

Você conhece a Jesus como deus presente em sua vida?

 Jesus é o Deus presente em sua vida!

JEOVÁ ELOENU: O Senhor nosso Deus

JEOVÁ ELOENU, além de ser um Deus pessoal (ELOAH), é Deus de um povo, por isso significa ‘O Senhor nosso Deus’.

Esse nome nos lembra que somos parte de um povo, do corpo de Cristo e somos membros uns dos outros. Não estamos sozinhos, somos Igreja. Todos juntos devemos ter o mesmo compromisso com Deus. JEOVÁ ELOENU também nos exorta a servir a um só Senhor, um só Deus. ele é único, não há outro senhor ou senhora.

Quando Misael, Hananias e Azarias foram ameaçados de ser lançados na fornalha de fogo eles disseram: “Se o Senhor nosso Deus (JEOVÁ ELOENU) quiser livrar-nos Ele nos livrará...”  (Daniel 3.16). Aqueles jovens serviam a Deus juntos e Deus os abençoou.

JEOVÁ ELOENU é o Deus da nossa Igreja! Ele nos dá comunhão uns com os outros.

EL ELOÉ: O Deus pessoal

 O termo derivado de ELOHIM, semelhante ao JEOVÁ ELOAI, o nome EL ELOÉ* ou ELOAH fala de um Deus pessoal, um Deus próximo

   Jacó disse que o Senhor era seu Deus, era o Deus de Israel, associando o seu nome ao nome de Deus (Gênesis 33.20). Quando ouvimos dizer: “O Deus de Abraão, Isaque e Jacó” este é ELOAH, o Deus que nos conhece pelo nome (Isaías 43.1).

   Ao intercedermos por um irmão em Cristo  podemos chamar o Senhor de ELOAH, dizendo que o Senhor é o Deus pessoal daquela pessoa. Seria como se eu dissesse: ‘O Deus da minha vida’ ou ‘O Deus de ________’ (seu nome). Associando o próprio nome ao nome Divino.

   Quando o rei Dario foi à cova dos leões chamar Daniel ele disse: “Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso de que o teu Deus (ELOAH) a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te?” (Daniel 6.20). Daniel conhecia ao Senhor pessoalmente.

Você já recebeu a Jesus como seu Salvador pessoal?

      Diga ao Senhor que Ele é o seu Deus pessoal!

JEOVÁ ELOAI:  Senhor meu Deus

JEOVÁ ELOAI ou ELOÍ é uma expressão semelhante a quando dizemos: ‘Meu Deus!’, também como uma expressão segura de fé dizendo que o Senhor é o meu Deus. Sempre que passamos por aflições clamamos: ‘Meu Deus’ chamando por ajuda Divina.

Momentos em que chamamos a JEOVÁ ELOAI:

   -Susto: ‘Meu Deus!’

   -Expressão de fé: ‘Meu Deus.’

   -Um chamado à ajuda Divina: ‘Meu Deus’.

Quando Daniel foi lança do na cova dos leões, pela manhã o rei Dario foi à cova e chamou Daniel  que respondeu: “O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca dos leões” (Daniel 6.22). Cada povo e cada pessoa tinha o seu ídolo, por isso Daniel e outros judeus diziam JEOVÁ ELOAI  para diferenciar o Senhor dos outros deuses.

Davi também chamou a Deus de JEOVÁ ELOAI  porque conhecia pessoalmente. Nós também, quando dizemos ‘Senhor meu Deus’ estamos afirmando que temos uma experiência de vida com Ele.

Na cruz Jesus clamou: “Eloí, Eloí, lamá, sabactani? Que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Marcos 15.34), citando as palavras do Salmo 22.1.

 Você conhece a Deus pessoalmente?

Quando precisar de ajuda, chame ao Senhor!

JEOVÁ GMOLÁ: O Senhor das recompensas

GMOLÁ significa recompensaretribuição e herança, mostrando que o nosso Deus nos abençoa quando somos fiéis a Ele.Este nome era muito usado semelhantemente ao ‘Deus te abençoe’ que tanto usamos hoje, ou ‘o Senhor te recompense’ e ‘Deus tem pague’.

 Mas também tem o sentido de castigo e vingança com relação ao pecado e à maldade (Deuteronômio 32.35,41,43 e Romanos 12.17-19), nos ensinando que não devemos nos vingar dos outros, mas deixar que Deus faça justiça, retribuindo segundo a sua vontade.

Rute foi abençoada por JEOVÁ-GMOLÁ pela ajuda e companheirismo que teve com sua sogra, não a abandonando. E de fato Rute foi recompensada, casou-se com um dos homens mais ricos de Belém, teve abundância para ela e sua sogra, além da honra de fazer parte da linhagem de Davi e JESUS.

Precisamos seguir o exemplo de Cristo que foi fiel até ano sofrimento e teve como recompensa a glória que lhe era devida.

     Você está precisando de reconhecimento?

     Persevere na oração e aguarde a recompensa de JEOVÁ GMOLÁ!

JEOVÁ MAKKE: O Senhor nos corrige

JEOVÁ MAKKE tem o sentido de correção ou disciplina. O significado literal da palavra MAKKE é ferir ou moldar. Isso nos faz entender que Deus nos corrige e nos molda até mesmo através de problemas e feridas.

    O Senhor se revelou como JEOVÁ MAKKE através do profeta Ezequiel. O povo de sua época estava entregue à idolatria e o Senhor permitiu recair sobre eles as conseqüências de suas obras com o objetivo de corrigi-los.

   Davi também teve essa experiência, foi disciplinado por Deus e se arrependeu dizendo: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado e o coração compungido” (Salmo 51.17). O objetivo de JEOVÁ MAKKE para nós é o arrependimento dos pecados.

   JEOVÁ MAKKE nos ensina que Jesus foi ferido por causa das nossas transgressões (Isaías 53.4) e que o Senhor disciplina a quem ama (Hebreus 12.6).  Por isso Jesus ao curar alguém, sempre dizia que "estão perdoados os teus pecados" (Marcos 2.5)

Será que estamos precisando de uma correção do Senhor? 

Jesus te perdoa de todos os seus pecados!

JEOVÁ TSEBAÔ: O Senhor dos Exércitos

JEOVÁ TSEBAÔ é o Deus dos Exércitos, que domina as hostes celestiais, Seu exército de anjos. Este nome nos ensina que embora haja muitas lutas e guerras o Senhor nosso Deus é o Senhor dos Exércitos e Ele nos defende.

    Certa vez Israel estava sitiada pela Assíria (que tinha um gigantesco exército), mas tudo o que o rei da Assíria falava a seus comandantes, Deus revelava ao profeta Eliseu, assim Israel escapava de todas as batalhas.  Quando o rei da Assíria descobriu que era Deus que revelava seus planos de guerra a Eliseu, resolveu matar o profeta (II Reis 6). Então sitiou a cidade em que Eliseu morava e quando seu ajudante Geasi viu aquele exército, se apavorou e contou ao profeta. Este orou ao Senhor dos Exércitos que mostrasse a Geasi as hostes celestiais dizendo: “Não temas, porque os que estão conosco são mais do que os que estão com eles” (II Reis 6.16). E Deus livrou os Seus servos.

     Nós somos servos do Senhor e os anjos de Deus estão ao nosso redor (Salmo 34.7). Jesus recrutou um exército de discípulos (Mateus 28.18-20 e Atos 1.8) para testemunhar a Seu favor e lutarem contra o mau aqui na terra.

    Você tem colocado Deus à frende de suas lutas?

   JEOVÁ TSEBAÔ vai à frente de suas batalhas!

EL ELYON: O Deus Altíssimo

EL ELYON é o Deus que é maior que tudo e está acima de tudo. É um conforto para nós saber que somos pequenos e que mesmo diante de grandes problemas temos um Deus muito maior.

   O profeta Daniel viveu no maior império que o mundo já conheceu, o Babilônico e o rei Nabucodonozor se achava o mais glorioso rei, então construiu para adoração de sua pessoa o maior ídolo da história (30m X 3m). Ao se dirigir ao rei, Daniel falava de seu Deus e dizia: "Deus, o Altíssimo” ou “o Deus do céu”diferenciando EL-ELIOM dos outros deuses e colocando-O acima dos ídolos (Daniel 5.18).

   Jesus embora humilde e vivendo em forma de servo (Filipenses 2.8,9), subiu e se assentou nos lugares celestiais nas alturas (Efésios 1.20,23) e com Ele nós também estamos nos lugares celestiais pela fé (Efésios 2.6).

Deus está acima de tudo em sua vida? Tem sido o seu EL ELYON?

Receba Jesus como Senhor e maioral em sua vida!

JEOVÁ SHAMMAH: O Senhor está presente aqui

Durante sua peregrinação pelo deserto o povo judeu teve sempre uma certeza: “O Senhor está conosco”. JEOVÁ SHAMMAH os guiava com Sua presença, de dia e de noite e nunca os deixou.

   O nome SAMÁ indica a presença Divina do Senhor Onipresente que tudo vê. Quando precisamos de alguém, quando estivermos sós, podemos chamar a JEOVÁ SHAMMAH para ser nosso Companheiro.

   A presença do Senhor foi completa quando veio e viveu entre nós e Ele disse que estaria conosco “todos os dias até a consumação dos séculos” (Mateus 28.20).

   Hoje o Espírito Santo de Deus está conosco e podemos ser templo do Senhor, membros do Corpo de Cristo.

Você pensa que está sozinho? 

Chame JEOVÁ SAMÁ para ser Seu Companheiro e quando estiver sozinho.

EL ROHI: O Senhor é o meu Pastor

Como  o povo hebreu tinha muitas ovelhas e gado, havia muitos pastores entre eles, então comparavam o cuidado do Senhor para com eles com o cuidado que tinham com suas ovelhas. Por isso era comum, dizer: “O Senhor é o meu pastor” JEOVÁ ROHI ou EL ROÍ.

   JEOVÁ ROHI nos fala do Deus que cuida, protege e guia o seu povo. É o Senhor companheiro e amigo, bem próximo de nós, como um pastor carinhoso com suas ovelhas mas severo contra o mau.

   Davi era um bom pastor. Sabia cuidar bem das ovelhas do seu pai e Deus viu isso nele e o colocou como pastor de Seu povo. Contudo o rei-pastor reconhecia que Deus é o Seu pastor.

   Jesus disse que é o BOM PASTOR, Ele nos conhece e nós como suas ovelhas, o conhecemos e ouvimos as sua voz (João 10.14).

    Você já conhece Jesus como seu pastor e cuidador?

    Permita que JEOVÁ ROHI o Bom Pastor cuide de você!

JEOVÁ TSIDKENU: Senhor, Justiça nossa

O termo ‘TSDEK’ significa ‘ser firme ou reto’ indicando a justiça e a perfeição de Deus. JEOVÁ TSIDKENU nos diz que Deus é Juiz e julga com justiça salvando os que são injustiçados e punindo os injustos com as consequências de suas injustiças.

  No período dos reis o povo judeu viveu em tempos de grande apostasia e idolatria. Quando o Senhor levantou o profeta Jeremias lhe revelou o nome JEOVÁ TSIDKENU, prometendo justificar o seu povo. Então no reinado do rei Josias (um servo de Deus que transformou aquela nação), Deus trouxe uma renovação espiritual para o povo e justiça para os pobres e oprimidos.

    TSIDKENU  nos lembra do perdão de Deus que transforma pecadores em justos porque Deus é justo e justificador.

   Em Jesus somos perdoados e recebemos justificação por intermédio de seu sangue (I João 1.9II Coríntios 5.17,18 e 21).

    Você tem pedido perdão pelos seus pecados?

    Permita que JEOVÁ TSIDKENU justifique sua vida a cada dia!

JEOVÁ SHALOM: O Senhor é a nossa Paz

  A palavra SHALOM-PAZ tem o sentido de inteiro, completo, bom e satisfeito. O povo hebreu sempre enfrentou lutas e uma de suas maiores buscas até hoje a é paz.

    JEOVÁ-SHALOM  se manifestou a Gideão quando lhe deu vitória e paz em meio a tantos pecados do povo e inimigos que o cercavam (Juízes 6.1-6). O povo estava sem paz porque estava sem Deus. Gideão buscou a Deus e teve paz (Juízes 6.10-22).

   Jesus é Príncipe da Paz (Isaías 9.6) e disse: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá, não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14.27).

Onde você tem procurado paz?

A paz é uma bênção que só JEOVÁ-SHALOM pode dar! 

JEOVÁ RAFÁ: Eu sou o Deus que te sara

Durante a caminhada no deserto o povo de Israel experimentou muitos milagres, um deles é a saúde e a cura das enfermidades. O Senhor sarou as águas amargas de Mara e saciou o povo (Êxodo 15.24,25).

    JEOVÁ-RAFÁ está relacionado à força física, à saúde e nos ensina que Deus é que nos dá a vida e força para viver. Não há bênção material maior que a saúde! O senhor cura todo tipo de enfermidades (Salmo 103.3; Isaías 61.1,2) Tanto física, mental ou espiritual (Mateus 11.28-30).

    O nome Rafael é uma junção de Rafá = cura e El = Deus, ou seja, significa: Cura Divina.

    Jesus ao trazer salvação integral aos homens curou toda sorte de doenças e enfermidades (Mateus 4.23), Ele é o nosso JEOVÁ-RAFÁ que levou todas as nossas feridas e dores (Isaías 53.3,4).

Você já experimentou a cura de JEOVÁ-RAFÁ ?

Jesus Cristo pode sarar sua vida!

JEOVÁ NISSI: O Senhor é a nossa bandeira

O povo de Deus viveu em meio a muitas lutas e guerras, então nestes momentos é que clamavam a JEOVÁ-NISSI. Quando o povo de Deus foi atacado pelos amalequitas e Moisés intercedeu do alto de um monte com as mãos erguidas abençoando o povo, ao vencerem uma batalha, ergueu uma bandeira, um estandarte, um brasão ou bastão como símbolo de vitória (Êxodo 17.8-15). Por isso, quando chamavam o Senhor de bandeira (NISSI) queriam dizer que o Senhor é sempre vitorioso.

  Isso significa que Deus luta conosco, nos protege e nos dá a vitória certa. JEOVÁ-NISSI é a segurança de que a batalha não será perdida, pois com a força de Deus sempre vencemos.

  Jesus foi erguido na cruz e este é o nosso símbolo de vitória, que Jesus venceu a cruz. Por isso nós como soldados do exército de Deus (Efésios 6.10), somos mais que vitoriosos em Cristo Jesus (I Coríntios 15.57 e II Coríntios 2.14).

     Você tem colocado JEOVÁ-NISSI à sua frente nas suas batalhas?

Com Jesus você pode vencer tudo!